A importância da educação dos direitos humanos no ensino infantil
“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”. (Artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos).
Existem vários documentos que legislam sobre os Direitos da Criança e sobre o respeito à Diversidade e os Direitos Humanos na Educação Infantil.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é o principal deles. Ela está em vigor desde 1948 e impõe a igualdade entre as pessoas, o fim da discriminação e da opressão, a justiça, garantia de dignidade, proteção e liberdade.
No texto da Declaração, a educação é vista como um direito básico, além de ser a ferramenta para alcançar todos os objetivos propostos pelo documento.
Depois da Declaração, foram criadas diversas legislações para a garantia de uma educação que respeite a Diversidade e os Direitos Humanos, para que as crianças tenham seus direitos reconhecidos e para que as características peculiares dessa etapa da vida sejam respeitadas.
A educação é a ferramenta que mais contribui com o desenvolvimento pessoal. É por isso que ocupa o status de direito humano. É considerada parte integrante da dignidade humana e contribui para ampliar essa dignidade por meio do conhecimento, saber e discernimento.
Em suma, a educação é um instrumento fundamental para que os indivíduos conquistem sua autonomia como ser humano na sociedade em que vivemos.
A Educação em direitos humanos tem objetivo de educar as pessoas para se sentirem cidadãs responsáveis e com direitos.
Educação para os Direitos Humanos na prática
Na prática, isso começa na abordagem pedagógica das escolas. A Educação para os Direitos Humanos na Educação Infantil deve começar pela postura do professor ao interagir com a criança. Essa postura deve se firmar no cuidado com todas as suas diferenças, colocando as crianças como protagonistas do processo de aprendizagem.
Uma educação pautada nos direitos humanos possibilita que os alunos sejam sujeitos ativos e não apenas aceitam passivamente os conteúdos impostos. E sim que questionem e reflitam criticamente.
A Educação Infantil contribui para a forma social e cultural das crianças, ou seja, visa a formação da cidadania. Dessa forma, a escola precisa promover uma cultura de respeito à dignidade humana promovendo vivências pautadas em valores como igualdade, tolerância, justiça, empatia e paz.
Para que possa alcançar avanços concretos, a Educação em Direitos Humanos deve garantir conhecimentos para que o educando possa se posicionar diante dos problemas e situações do cotidiano, adotando atitudes transformadoras.
Além de levar o tema para a sala de aula, a escola precisa vivenciar os direitos humanos nas suas práticas e vivências diárias. Começando pelo seu posicionamento e modo de atuação que precisa ser frequentemente questionado e fortalecido. Os direitos da criança devem fazer parte da cultura institucional.
A experiência do Toque de Mãe
A escola Toque de Mãe é associada à Rede PEA-Unesco. A rede está comprometida com a busca e o desenvolvimento de uma educação de alta qualidade, bem como com a formação de cidadãos que se importam com um mundo melhor.
Criada no ano de 1953, a Rede PEA UNESCO une cerca de 11,7 mil escolas de 183 países em torno de princípios difundidos pela UNESCO.
Dentre esses princípios, estão o de construir a cultura da paz, promover a educação para o desenvolvimento sustentável e formar gerações conscientes de seu papel como protagonistas de uma cidadania global.
O Certificado da Unesco é concedido às instituições somente após o organismo analisar e considerar que a escola atende a todos os requisitos do rótulo.
Para conhecer mais sobre a escola, acesse nosso site.
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Trabalhar as habilidades motoras é importante para viver com mais autonomia
Entenda a importância das habilidades motoras e descubra como estimular o desenvolvimento tanto em casa quanto na escola.
As habilidades motoras fundamentais são a base do domínio dos movimentos complexos, que combinam locomoção, manipulação, equilíbrio, etc. O desenvolvimento motor é extremamente importante para que as crianças se tornem capazes de controlar o próprio corpo, vivendo com autonomia.
Podemos entender o desenvolvimento motor como o processo de maturação do sistema nervoso central, permitindo que o cérebro receba informações do meio e interaja ele. Esse processo ocorre por meio de estímulos.
Um bom desenvolvimento motor refletirá na vida adulta, pois contribui para que a criança se torne independente e permite uma exploração mais ampliada do mundo.
Consequentemente, há também uma importante **repercussão nos aspectos sociais, culturais e intelectuais**, visto que pessoas com dificuldades motoras podem também enfrentar desafios nesses aspectos.
Tanto a família quanto a escola podem contribuir para um desenvolvimento motor pleno, com atividades e brincadeiras que trabalham tanto a coordenação motora fina quanto a grossa.
Coordenação motora fina e grossa
A coordenação motora pode ser explicada como a capacidade de fazer movimentos articulados de uma maneira precisa e coesa, utilizando o esqueleto e os músculos para dominar o corpo no espaço. Ela é dividida entre coordenação motora fina e grossa.
De forma prática, a coordenação motora serve para que as pessoas tenham consciência corporal, equilíbrio, coordenação muscular, orientação espacial, lateralidade e consigam fazer movimentos precisos na manipulação de objetos.
Tais habilidades podem ser desenvolvidas em casa e na escola, com o oferecimento de atividades diversas.
Trabalhando as habilidades motoras em casa e na escola
Existem muitas atividades que podem ser propostas para as crianças com o objetivo de trabalhar a coordenação motora fina e grossa.
Em sua grande maioria, podem ser trabalhadas tanto em casa quanto na escola, já que não exigem conhecimentos ou técnicas específicas para aplicação. A seguir, damos alguns exemplos:
– Massinha de modelar: Além de estimular a imaginação, contribui para desenvolver a coordenação motora fina. É importante que o adulto peça que a criança crie objetos e personagens para que a brincadeira fique mais estimulante e divertida;
– Recorte e colagens: É importante que esta atividade seja feita com segurança e cuidado. Para as crianças que ainda não dominam a tesoura, o adulto pode fazer os recortes para que ela apenas manuseie e cole. Também trabalha a coordenação motora fina de maneira criativa e divertida;
– Brincadeiras com bola: Jogar bola é uma excelente forma de trabalhar os músculos dos braços e das pernas, além de ajudar no equilíbrio. Exemplos de jogos são futebol, queimada ou simplesmente chutes a gol;
– Amarelinha: As crianças amam e pode ser aplicada tanto em casa quanto na escola. Muito interessante para estimular o equilíbrio;
– Estátua: É uma brincadeira simples que envolve dança e as crianças precisam ficar paradas quando a música para. Trabalha o equilíbrio e a consciência corporal;
– Mímica: A mímica é uma brincadeira muito comum onde é preciso utilizar gestos para que as pessoas adivinhem uma informação. Com isso, a criança pode trabalhar a consciência corporal e espacial.
Aqui no Toque de Mãe, desenvolvemos uma série de atividades pensadas no desenvolvimento motor das crianças. Veja o exemplo onde as turminhas do Berçário e do Pré-Infantil realizaram uma série de atividades divertidas, como pescar bolinhas, boliche de garrafas coloridas e o tapete de texturas.
Esse conjunto de atividades ajuda as crianças a desenvolverem habilidades motoras e sensoriais, tão importantes nessa fase da infância. Assim como são realizadas aqui na escola, também podem ser replicadas em casa.
Para conferir um pouco mais sobre as atividades propostas na escola, acesse o site e nos acompanhe nas redes sociais.
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Uma boa saúde bucal começa na infância
Neste artigo nós falamos sobre a importância da saúde bucal na infância e como os pais e a escola podem contribuir no desenvolvimento de hábitos saudáveis.
Durante a infância, as crianças desenvolvem hábitos e valores que são levados para a vida toda. O cuidado com a saúde bucal é um ótimo exemplo disso.
Quando existe uma boa introdução ao tema em casa e na escola, é possível prevenir diversas complicações relacionadas à saúde e contribuir para um melhor desenvolvimento da criança.
A importância da higiene bucal
A boca é considerada uma estrutura complexa. Ela é composta pelos lábios, gengiva, palato, língua, bochecha e pelos dentes, que na vida adulta chegam ao total de 32.
Por ser parte do sistema digestivo, onde é iniciado o processamento dos alimentos ingeridos, torna-se um ambiente vulnerável para o aparecimento de bactérias, em grande parte naturais e essenciais no processo alimentar.
O próprio organismo realiza o cuidado com as bactérias para que elas estejam em equilíbrio com os demais organismos presentes numa boca saudável. Porém, os dentes não recebem esse mesmo cuidado e precisam da nossa atenção.
Os cuidados começam cedo
Os cuidados com a saúde bucal devem ser iniciados antes do surgimento dos primeiros dentes, ainda no período de amamentação. Nessa fase, os pais devem fazer a limpeza da gengiva do bebê utilizando um pano embebido de soro fisiológico ou água limpa.
Quando aparecer o primeiro dentinho, a escovação já pode ser iniciada, sempre utilizando escova de dente adequada para a fase e pasta de dente sem flúor.
Perto do primeiro aniversário, o bebê já pode fazer sua primeira visita ao dentista. O profissional irá orientar corretamente os pais sobre os cuidados para cada faixa etária.
O acompanhamento odontológico é importante para a realização de diagnósticos precoces, que possam evitar situações como a utilização de aparelho ortodôntico no futuro.
Uma dentição perfeita é construída desde a primeira infância. **Crianças que têm dentes fortes e saudáveis serão, muito provavelmente, adultos com dentição permanente saudável**.
Portanto, é responsabilidade básica dos pais ajudar os filhos a cuidar dos dentes e desenvolver bons hábitos de escovação, além de oferecer uma dieta saudável e equilibrada com baixo teor de amido e açúcar, e o uso do fio dental.
É muito importante que os pais estejam atentos para criar uma rotina prazerosa para estimular a criança, visto que a escovação não é algo natural para elas e quando tratada como uma imposição, pode acabar gerando resistência.
Nesse sentido, a escola também pode contribuir com cuidados com a saúde bucal e atividades que promovam a conscientização dos pequenos sobre a importância de cuidar dos dentinhos.
Contribuição da escola para a saúde bucal
A implementação de programas de saúde bucal na escola é muito importante. A educação é um ponto essencial em qualquer tipo de hábito que priorize a saúde.
É por isso que no Toque de Mãe temos várias atividades relacionadas à saúde bucal dos alunos, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento saudável da dentição e de colaborar para que os o hábito da escovação seja desenvolvido de maneira mais fácil em casa.
Além do acompanhamento periódico de uma profissional de odontologia, no Toque de Mãe, as crianças aprendem no dia a dia da escola a como terem uma higiene bucal adequada, como escovar os dentes, a frequência correta e os perigos de quando você não está em dia com a saúde bucal.
Essa sensibilização é muito importante para engajar as crianças e tornar o momento da escovação mais estimulante. Para isso, são utilizadas atividades lúdicas, brincadeiras, diálogo e outras estratégias.
Para conhecer mais sobre nossos métodos de ensino, acesse o site da escola.
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Como estimular o conhecimento matemático na infância?
Entenda a importância do ensino da matemática na educação infantil e confira algumas estratégias de ensino utilizadas no Toque de Mãe.
A matemática tem um papel fundamental na educação infantil. Os conhecimentos desta disciplina oferecem benefícios para o desenvolvimento cognitivo, potencializam o raciocínio lógico e a capacidade criativa das crianças.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), “o conhecimento matemático é necessário para todos os alunos da Educação Básica, seja por sua grande aplicação na sociedade contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos críticos, cientes de suas responsabilidades sociais” (BRASIL, 2017, p. 263).
Nesse contexto, podemos entender que a matemática é vista como um importante eixo da formação do individuo e da cidadania na primeira infância, que é a fase onde ocorre o início desta formação.
Porém, para que o ensino ocorra de maneira eficiente, é necessária uma abordagem didática diferenciada, que considere a faixa etária e o modo de aprender das crianças.
Como introduzir a matemática na Educação Infantil?
Na Educação Infantil, o ensino da matemática é um trabalho que envolve intervenções enriquecedoras, com um cardápio de atividades variado para proporcionar aos alunos as habilidades e aprendizagens essenciais ao desenvolvimento.
A iniciação do ensino começa pela introdução dos números, processo que já começa exigindo uma abordagem especial, envolvendo jogos, atividades lúdicas, música, sorteios e outras estratégias de ensino para envolver e engajar os pequenos.
Além disso, é importante ter muito claro que a matemática na Educação Infantil **não pode ser ensinada por meio da imposição**, pois isso provoca resistência nas crianças. É preciso que o processo de ensino-aprendizagem esteja adequado à fase, como nas atividades que nós apresentamos na sequência.
Atividades e dicas para trabalhar matemática na Educação Infantil
Atividades lúdicas
Para melhor para fixar o conteúdo, uma das melhores estratégias é tornar o processo de aprendizagem lúdico e dinâmico.
Neste exemplo que compartilhamos nas redes sociais, a turminha do Infantil 1 realizou uma atividade de noção matemática utilizando dois recursos muito simples para correspondência: cartões numerados de 1 a 5 e prendedores de roupa.
De forma coletiva, os alunos praticaram contagem com a professora e depois, individualmente, tiveram a missão de identificar o numeral e colocar a quantidade correta de prendedores.
Outro exemplo aplicado aqui na escola, é a utilização de ten frames e massinha de modelar para aprender matemática.
As ten frames são um recurso simples, mas muito eficaz para o desenvolvimento do conhecimento matemático. São grades de 2 por 5 quadrados em branco que ajudam as crianças a contar números menores ou iguais a 10 usando variados elementos como contadores para ilustrar um valor posicional ou número.
Eles são usados para melhorar as habilidades de contagem e simplificar o entendimento de quantidades.
Contagens e operações com elementos do dia a dia
Estimular as crianças a contar durante atividades corriqueiras do dia a dia é uma estratégia simples e que traz muito resultado. Um exemplo é contar os brinquedos enquanto guarda, contar a quantidade de plantas no jardim, somar e subtrair números de frutas, sementes ou qualquer outro elemento.
Isso também serve parra noção de medida, fazer comparação entre o peso de objetos, analisar a capacidade de volume, ou seja, entender quais elementos cabem dentro de um determinado espaço, entender o custo dos produtos em lojas e mercados, dentre várias outras possibilidades.
Aqui vemos a importância do ensino da matemática para além da escola. Ou seja, é muito importante que a família também participe do processo, introduzindo tais conhecimentos no dia a dia da criança.
Aulas ao ar livre
Em mais um exemplo aplicado no Toque de Mãe, a turminha do Infantil 1 teve uma aula super divertida na sala de aula do jardim (Veja no Instagram da escola).
A pedido da professora, cada criança teve a missão de reconhecer os numerais, encontrar os círculos numéricos correspondentes e colocá-los no local correto sobre o corpinho da caterpillar.
Os alunos adoram as aulas no jardim, além de ter um contato maior com a natureza, as atividades são muito dinâmicas.
Com estratégias adequadas para a idade, é mais fácil manter a atenção das crianças e proporcionar um ensino de qualidade.
Para conhecer um pouco mais sobre nossos métodos de ensino, acesse o site da escola e nos acompanhe no Instagram.
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Letramento: a base essencial para um desenvolvimento sólido e duradouro
Entenda como o processo de letramento é importante para o desenvolvimento social e cultural dos alunos.
A leitura e a escrita são atividades tipicamente humanas. Dessa forma, precisamos pensar uma educação humanizada, onde as crianças aprendem através das linguagens pela leitura e escrita oportunizadas nos mais diferentes contextos.
A alfabetização e o letramento são processos fundamentais para o mundo social. Ou seja, é por meio deles que os indivíduos começam a participar do mundo e desempenhar suas funções sociais, tornando-se cidadãos conscientes, com domínio da comunicação.
Enquanto a alfabetização é definida como o processo de aprendizagem que busca o desenvolvimento da leitura e da escrita de maneira adequada para que sejam utilizadas como código de comunicação, o letramento tem como objetivo que a criança não apenas decodifique esses códigos, mas consiga relacionar a informação com seu meio social.
Ou seja, o letramento envolve as ações educativas para as práticas sociais da leitura e da escrita, considerando os contextos tangíveis do seu uso.
O objetivo é que os pequenos consigam perceber as nuances da escrita relacionadas com a orientação espacial, utilizar letras e palavras, diferenciar números e letras, perceber fonemas representados pela letra na sua utilização tanto na leitura quanto na escrita.
Como promover o letramento de forma eficiente?
É importante que a escola amplie as vivências, trazendo as crianças para a leitura e a escrita de forma dinâmica.
É importante evitar o uso de materiais prontos, como itens impressos, cartazes, listas e outros que, costumeiramente, são utilizados no processo de alfabetização. O ideal é que as fichas com os nomes das crianças, regras, listas, registros e a escrita da rotina diária sejam feitos pelas próprias crianças.
A ideia não é abolir o uso de materiais impressos e sim de ampliar as práticas de escrita e leitura realizadas junto com os pequenos.
Com o passar do tempo, o educador pode solicitar que as próprias crianças façam seus registros, seguindo seus interesses, como criar cartões e bilhetes para alguém de maneira espontânea e criativa.
Sempre que possível, é importante que a alfabetização e o letramento sejam levados além das paredes da sala de aula, a fim de reafirmar sua função social.
Aqui no Toque de Mãe, buscamos diversificar as atividades para um ensino efetivo e dinâmico. Nesta atividade realizada pela turminha do Infantil 2, que você pode conferir no Instagram da escola, trabalhamos o reconhecimento do próprio nome, como parte do processo de letramento.
O objetivo deste exercício é que os pequenos se familiarizem à fonética das letras e reconheçam sua grafia.
A atividade foi realizada no nosso jardim, ambiente que eles adoram por ser diferente da sala de aula e ao ar livre.
Conclusão
Os processos de alfabetização e letramento são complexos, pois englobam conceitos necessários para que os indivíduos se apropriem do seu cotidiano.
O papel do educador é de enorme relevância, pois é ele quem vai analisar o perfil dos alunos, a fim de propor práticas e metodologias adequadas para cada turma.
É preciso estar atento para que o letramento esteja alinhado com a realidade social dos alunos. Nesse sentido, entram não só a prática da leitura e escrita como ferramenta de comunicação, mas para o entendimento da diversidade, formação cidadã, inserção do indivíduo em seu contexto social e cultural.
Muito mais do que ler e escrever, o letramento tem a função de fornecer capacidade para interpretar e gerar opiniões.
Se você quer conhecer mais sobre as práticas pedagógicas e metodologias trabalhadas no Toque de Mãe, acesse o site da escola ou acompanhe nosso perfil no Instagram.
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Saúde socioemocional das crianças: como trabalhar na educação infantil?
Saúde socioemocional das crianças: como trabalhar na educação infantil?
Entenda a importância do desenvolvimento socioemocional para as crianças e confira um pouquinho da experiência do Toque de Mãe em relação a esse tema.
Em linhas gerais, a saúde socioemocional está relacionada com a maneira como lidamos com as emoções e com as emoções das pessoas que convivem conosco. Dessa forma, ela está alinhada à nossa sociabilidade e ao equilíbrio emocional.
A aprendizagem socioemocional na infância é extremamente importante para o desenvolvimento da autoestima e para a criação de vínculos sociais saudáveis e significativos.
Crianças com um bom desenvolvimento socioemocional são mais felizes, mais motivadas e engajadas nos estudos. Além de se tornarem mais independentes e terem maior facilidade para conviver em grupo.
Quando uma criança possui dificuldades sociais e emocionais, em geral, apresenta dificuldade para receber instruções e para participar das atividades de ensino-aprendizagem.
A saúde emocional é importante tanto para um desenvolvimento pleno e saudável na infância, mas vai refletir em toda a vida da criança, inclusive, na sua carreira profissional.
É interessante que as escolas tenham em suas propostas curriculares atividades com o objetivo de trabalhar o socioemocional na educação infantil, sabendo como abordar a questão das emoções e como estimular o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.
Crianças lidando com sentimentos
Como é possível desenvolver habilidades socioemocionais nas crianças? O princípio de tudo é ajudar os pequenos a identificar nelas e nos outros, os sentimentos.
Os sentimentos são naturais dos seres humanos e quando nós adultos negamos os sentimentos ou reprimimos a criança quando ela expressa o que sente, estamos na verdade, deseducando-as nessa questão.
O Ideal é que as crianças aprendam a reconhecer o que sentem diante de situações difíceis, para que possam lidar melhor com essas situações. É necessário desenvolver habilidades para que elas consigam criar estratégias positivas de enfrentamento.
Especialistas no assunto recomendam que o professor não imponha seus julgamentos pessoais quando o aluno está enfrentando uma situação difícil, mas que questione a criança para que ela reflita e formule suas próprias respostas, aprendendo a escolher o melhor caminho de enfrentamento.
Aqui no Toque de Mãe, o desenvolvimento socioemocional das crianças é uma prioridade. Além das atividades que visam o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, buscamos envolver toda a comunidade escolar, inclusive os pais, nesse tema.
Um bom exemplo foi a realização da palestra das especialistas Taís e da Roberta Bento, fundadoras da SOS Educação, sobre “Saúde Socioemocional para um Futuro de Sucesso”, um tema pertinente e que influencia diretamente na educação de crianças e jovens, para que eles consigam construir um futuro promissor, sem deixar de lado os cuidados com a saúde emocional dentro da rotina de estudos.
Foi uma excelente oportunidade reencontrar papais e mamães para aprendermos juntos mais uma vez.
Quais habilidades socioemocionais podem ser trabalhadas na educação infantil?
São várias as habilidades que são importantes de serem desenvolvidas nessa fase da vida. Além de promover um ambiente de ensino mais favorável, elas contemplam os anseios dos pequenos e promovem a equidade.
Dentre as principais habilidades trabalhadas na educação infantil, podemos citar:
- Autoestima – relacionada com o sentimento de autoaceitação, onde a criança aprende a apreciar as suas qualidades, compreender seus defeitos e lidar com isso de maneira positiva;
- Empatia – se trata da compreensão das emoções e sentimentos das outras pessoas, se colocando no lugar do outro;
- Confiança – se relaciona com a segurança de si mesmo e também do outro, mantendo uma convicção positiva em relação ao que busca;
- Paciência – capacidade de suportar as situações desagradáveis, demoradas ou injustas. A sua base é o autocontrole emocional;
- Autoconhecimento – conhecimento de si mesmo, essência e reações diante dos acontecimentos;
- Autonomia – capacidade para tomar suas próprias decisões;
- Criatividade – é aprender a utilizar conhecimentos e habilidades para inovar, criar coisas novas.
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5 benefícios das atividades pedagógicas ao ar livre
5 benefícios das atividades pedagógicas ao ar livre
Brincar ao ar livre promove benefícios para a saúde física e mental, além de aumentar o engajamento das crianças no processo de aprendizagem.
Em uma sociedade que está funcionando cada vez mais em ambientes fechados, brincar ao livre e manter contato com a natureza é algo que ganha maior importância na rotina das crianças.
Quando os pequenos estão ao ar livre, desenvolvem melhor os sentidos, têm a saúde mental beneficiada e reduzem sintomas de hiperatividade e déficit de atenção.
Além disso, nesses ambientes podem aperfeiçoar as habilidades de convivência social interagindo com outros da mesma faixa etária.
No papel de responsáveis pelo desenvolvimento dos filhos, os pais devem estimular a interação com o meio ambiente desde muito cedo.
Benefícios das atividades ao ar livre para as crianças
1 – Saúde
Passar mais tempo ao ar livre contribui para melhora da saúde física das crianças, com avanços no desenvolvimento motor, redução das taxas de obesidade e do risco de miopia.
Além disso, tomar sol de maneira segura contribui para a produção de vitamina D, que tem um importante papel no desenvolvimento dos ossos e no fortalecimento do sistema imune. A exposição ao sol também influencia na qualidade do sono e melhora o humor.
Ao praticar jogos, brincadeiras e atividades físicas ao ar livre, as crianças evitam o sedentarismo, condição que atinge cerca de 13% das crianças brasileiras entre 5 e 9 anos.
2 – Mais engajamento no processo de aprendizagem
As brincadeiras ao ar livre estimulam a curiosidade, o pensamento crítico e a criatividade. Enquanto estão brincando nesses ambientes, aprendem a planejar, negociar, priorizar e buscar soluções para problemas.
Existem estudos que mostram que as crianças que passam mais tempo explorando a natureza, conseguem obter melhores resultados na aprendizagem.
Além disso, elas costumam apresentar maior engajamento, ou seja, maior envolvimento com as atividades propostas na escola.
3 – Melhora da Saúde Mental
Existem muitos estudos que mostram que os casos de estresse e depressão são menores em pessoas que passam mais tempo na natureza.
O Manual “Benefícios da Natureza no Desenvolvimento de Crianças e Adolescentes”, elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, afirma que as experiências com a natureza, principalmente em companhia dos amigos e da família, são como uma receita para uma infância feliz.
Além disso, as crianças apresentam aumento do foco e da concentração, reduzindo sintomas no Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
4 – Comportamento positivo
Estudos acerca do tema, mostraram que as crianças que passavam tempo em ambientes naturais, apresentavam menos quadros de raiva ou agressividade. Além disso, a impulsividade era reduzida.
5 – Criatividade
A criatividade é uma qualidade inerente às crianças que pode ser ainda mais estimulada em contato com a natureza. Como ainda não conhecem tudo o que está à sua volta, os pequenos utilizam a imaginação para ir preenchendo lacunas e construindo narrativas.
Os elementos naturais são perfeitos para incentivar o lado criativo. As crianças podem explorar a terra, as plantas, construir castelos de areia e inventar novos mundos. Além de reinventar brinquedos e brincadeiras.
Quais atividades realizar ao ar livre?
Sabemos que com o crescimento das cidades, tornou-se mais difícil manter um contato frequente com a natureza. Principalmente, para as famílias que vivem em apartamentos.
Por isso, o ideal é estabelecer uma rotina que permita esse contato, seja visitando um parque, uma praça, ou qualquer outro local arborizado e com um espaço natural onde possam brincar e se divertir à vontade.
Nesses locais, vale soltar a imaginação, jogar bola, fazer um piquenique, caça ao tesouro, coleções de elementos naturais como pinhas, pedras e folhas, etc. São muitas as possibilidades.
Aqui no Toque de Mãe, todo o ambiente escolar é pensado para oferecer às nossas crianças um contato mais próximo com a natureza. O espaço da escola foi projetado com playground, piscina, jardim, árvores e um lindo gramado que permite aos pequenos brincarem livremente.
Confira em nosso Instagram um pouco das experiências vividas pelas crianças na área verde da escola. Para conhecer mais sobre nossa metodologia de trabalho e garantir a vaga do seu filho para o próximo ano letivo, acesse o site e entre em contato.
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A alimentação saudável como um dos pilares fundamentais na infância
Entenda como se desenvolve o paladar da criança e conheça estratégias para introduzir novos alimentos nas refeições diárias.
A alimentação saudável na infância é um fator essencial para garantir um desenvolvimento pleno e bons hábitos alimentares ao longo de toda a vida.
É nos alimentos que o corpo encontra os nutrientes que precisa para se desenvolver. Dessa forma, o que a criança come acaba refletindo de forma direta no seu desenvolvimento, crescimento e saúde.
É comum os pais e mães enfrentarem desafios no processo de introdução alimentar. Em geral, isso se deve ao desconhecimento a respeito da construção do paladar infantil.
Quando exploramos de forma positiva as preferências inatas da criança e trabalhamos para que os sabores desconhecidos sejam incorporados na alimentação cotidiana, é possível tornar o processo mais simples.
O início das preferências alimentares: útero e leite materno
A capacidade para reconhecer sabores tem início quando a criança ainda está no útero.
Moléculas derivadas da dieta da gestante, presentes no líquido amniótico, são responsáveis pelo começo do aprendizado sensorial, preparando o bebê para as experiências de sabores que virão após o nascimento.
Já nascido, a amamentação passa a influenciar o paladar. O sabor do leite pode ser modificado de acordo com a dieta da mãe.
Existem estudos que mostram que se a mãe come um determinado alimento com frequência no período de lactação, quando chega a fase da introdução alimentar, o bebê consegue consumir esse alimento de maneira fácil, sem apresentar resistência.
Como auxiliar na formação do paladar da criança?
É muito interessante conhecer como se desenvolve o paladar da criança para que os pais entendam as preferências alimentares e saibam como trabalhar isso.
Ao nascer, as crianças têm preferências por sabores doces e apresentam aversão ao azedo e ao amargo.
Tais preferências podem refletir num impulso biológico para alimentos com maior densidade calórica e alto teor de proteínas, que são essenciais ao crescimento e desenvolvimento. E ainda, uma aversão aos alimentos tóxicos ou venenosos, o que confere maior proteção à criança.
Contudo, com o passar do tempo, o paladar da criança vai sendo influenciado pelo ambiente onde ela está inserida.
Uma estratégia para conseguir implementar novos sabores na alimentação diária é a exposição repetida a novos alimentos. Estudiosos apontam que o ideal é apresentar um mesmo alimento de 10 a 15 vezes, com preparos diferenciados, para que a criança se acostume com o sabor e defina se ela aceita ou não comer esse alimento.
Outra estratégia é que as refeições sejam feitas em um ambiente alegre e tranquilo. Ambientes com conflitos, tensão, discussões e desordem aumentam as chances de a criança não gostar do que está comendo.
Como a escola pode contribuir na formação do paladar?
A escola é um ambiente que influencia de modo significativo na alimentação infantil. Nós já mostramos por aqui como a escola pode contribuir com a introdução alimentar. Sugerimos que você faça a leitura do artigo.
Além do diálogo, é fundamental que a escola trabalhe a alimentação com atividades práticas e lúdicas, de modo a tornar o contato com os alimentos mais divertido.
Esse contato tranquilo e saudável da criança com os alimentos é de fundamental importância e deve ser estimulado desde a primeira infância.
Com este objetivo, aqui no Toque de Mãe trabalhamos em várias atividades diferenciadas. Um bom exemplo foi o piquenique saudável, realizado com a turminha do Infantil 1. A atividade que você pode conferir em nosso Instagram aconteceu ao ar livre, no jardim da escola.
Outro exemplo prático onde associamos a alimentação saudável com os conteúdos de outras disciplinas foi a contação da história “A Cesta da Dona Maricota”. Nela, os alunos puderam experimentar alguns legumes, como cenoura e batata cozida.
Além do estímulo ao paladar, a atividade que também compartilhamos no Instagram, teve como objetivo que as crianças identificassem e diferenciassem verduras, legumes e frutas com os brinquedos, desenvolvendo a habilidade matemática de classificação.
Para conferir mais atividades práticas realizadas no Toque de Mãe, siga nosso perfil nas redes sociais.
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Criatividade, um fator essencial para a infância
Entenda como a criatividade na infância é importante para a formação da identidade, determinando percepções da vida adulta.
A palavras Criatividade vem do latim creare, que está relacionado com a capacidade de criar, produzir, inventar coisas novas.
Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, não se trata de um dom, mas sim de uma habilidade que, como qualquer outra, pode ser despertada e desenvolvida.
Para o psicanalista Donald Winnicott, a criatividade é o que dá sentido à vida humana, sendo um fator indispensável para uma vida plena e saudável. Além disso, segundo ele, a infância é um terreno fértil para a criatividade.
A inventividade, a inovação e a elaboração são naturais nessa fase da vida. É muito difícil imaginar uma criança se comportando como um adulto, sem suas invenções, aventuras e travessuras. Até mesmo quando os pequenos fingem ser adultos, a vida imaginada por eles é mais interessante do que a vida real.
Com tamanha capacidade criativa, as crianças vivenciam na infância um momento muito importante, que é o da formação da sua identidade. Winnicott afirma que a infância é um período de experimentações, onde a criança descobre os limites do próprio corpo, seus desejos e convicções em relação ao mundo e as pessoas.
**A importância da criatividade na infância**
Como você já pôde observar por meio das afirmações acima, a criatividade é um caminho que ajuda a criança a descobrir o próprio eu e desenvolver sua identidade.
Por isso, é muito importante que todas as crianças cresçam em um ambiente saudável, que possibilite o desenvolvimento do seu lado criativo.
Segundo Freud, a criatividade adulta está estritamente relacionada com a brincadeira infantil. Quando a criança expressa o desejo de ser adulto e brinca com isso, ela está assimilando o ambiente a sua volta e aprendendo regras de convivência.
A forma como a criança é estimulada irá refletir nas suas percepções na fase adulta. Estudiosos do assunto afirmam que a criança que é estimulada a usar sua imaginação, irá se tornar um adulto mais seguro ao tomar decisões, além de ter um maior senso criativo para solucionar problemas.
Tanto os pais quanto a escola se tornam responsáveis por garantir um espaço aberto para novas experiências, sendo agentes estimuladores dos sentidos da criança.
Como estimular a criatividade infantil?
Acredita-se que a criatividade pode ser estimulada desde o principio da vida, por meio do desenvolvimento de hábitos criativos que os pais podem trabalhar com os filhos, como ouvir música de qualidade ou introduzir jogos de criatividade na rotina.
É fundamental que as crianças tenham espaço na rotina para o brincar. Além disso, os pais devem proporcionar ambientes que sejam emocionalmente saudáveis, amorosos, seguros e ricos em estímulos que despertem a curiosidade e permitam brincadeiras exploratórias.
A escola também tem um papel muito importante nesse sentido, devendo proporcionar atividades que estimulem a criatividade por meio das artes e também do brincar livre e espontâneo.
Aqui no Toque de Mãe, estamos sempre buscando promover a criatividade na educação infantil.
Veja um exemplo prático onde os aluninhos do Infantil 3 praticaram pintura livre com tinta, estimulando a criatividade e expressão artística, além da destreza com as mãos.
Na fase de pré-alfabetização, o manuseio de pincéis auxilia na aquisição de importantes habilidades para o movimento da escrita cursiva, prática que já começa a ser inserida na vida das crianças a partir desta etapa da vida escolar.
O que fazer e o que não fazer para estimular a criatividade?
Ao estimular a criatividade infantil é muito importante evitar críticas, estabelecer regras de maneira saudável e sem excessos e evitar corrigir constantemente a criança.
Quanto as ações que são positivas no estímulo ao lado criativo dos pequenos, recomenda-se:
– Incentivar os gostos e habilidades da criança;
– Levar a criança para conhecer outros lugares e culturas;
– Incentivar a curiosidade;
– Aproximar a criança das mais diferentes expressões artísticas;
– Deixar que a criança encontre suas próprias respostas.
Para conferir mais assuntos relacionados com o desenvolvimento infantil, acesso o Blog do Toque de Mãe.
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A importância do esporte para o desenvolvimento motor infantil
Entenda como o estímulo às diferentes modalidades esportivas é importante para o desenvolvimento motor infantil.
A iniciação esportiva é muito importante para a promoção de hábitos saudáveis, mas ela também contribui de maneira significativa para o desempenho psíquico e motor dos pequenos.
Correr, rolar, saltar, arremessar uma bola, tudo isso parece muito simples para nós adultos, mas para que as crianças consigam realizar cada um desses movimentos, elas precisam desenvolver a coordenação motora. Esta que, compreende o amplo domínio das mais diversas habilidades.
Quando os movimentos citados não são desenvolvidos ainda na infância, é possível que a criança enfrente limitações na vida adulta e por isso, o ideal é que elas sejam estimuladas desde cedo para que se desenvolvam na idade escolar.
Nesse sentido, a prática de esportes tem um papel muito importante, sendo imprescindível para o bom desenvolvimento motor.
Como acontece o desenvolvimento motor infantil?
De acordo com os especialistas, o desenvolvimento motor infantil pode ser definido como o processo contínuo de movimento que tem início quando o bebê ainda está no útero. Além de estar relacionado ao crescimento e a maturação do organismo, compreende também fatores biológicos, comportamento e o ambiente.
Cada criança pode ter o seu próprio padrão de desenvolvimento. Em geral, esse desenvolvimento é dividido em fases, começando pela fase motora reflexa que vai até os 4 meses de vida. Nela, o bebê realiza movimentos reflexos que ajudam a obter informações do ambiente.
Entre 1 e 2 anos de idade, a criança vivencia a fase rudimentar. Ela é composta por movimentos estabilizadores, como o controle do pescoço, da cabeça e do tronco. É quando começam a serem desenvolvidas habilidades como engatinhar, rastejar e caminhar.
Depois disso vem a fase fundamental, que vai dos 3 até os 7 anos de vida. Ela é considerada a base do desenvolvimento motor infantil e envolve todos os movimentos básicos como correr, rolar, saltar, chutar e outros.
Depois dessa fase, a criança passa para a especializada, onde ocorre o refinamento das habilidades para a prática esportiva. Mas, ela depende do que já foi desenvolvido na fase fundamental.
Como o esporte contribui no desenvolvimento motor?
Iniciar a prática esportiva na infância é muito importante para contribuir com a coordenação motora da criança. Por meio dos esportes, é possível obter variados estímulos desenvolvendo uma ampla diversidade de movimentos.
Até os 3 anos de vida, as crianças ainda não estão preparadas para a prática de um esporte, mas já podem serem estimuladas em atividades como a natação, judô e ballet, nas modalidades baby class com exercícios apropriados para a faixa etária.
Dos 4 aos 6 anos, elas podem praticar qualquer tipo de esporte. O importante é que isso seja feito sempre de maneira divertida e prazerosa.
A partir dos 8 anos, a própria criança já pode escolher quais esportes praticar, de acordo com as suas preferências.
O esporte na rotina escolar
O esporte tem um objetivo fundamental na rotina escolar, que é justamente o de estimular o desenvolvimento das habilidades motoras nas crianças, ao mesmo tempo em que promove hábitos saudáveis, contribui para o desenvolvimento cognitivo e estimula a sociabilidade.
Aqui no Toque de Mãe, nós buscamos implementar a mais diversas modalidades, a fim de trabalhar as diferentes habilidades e manter os alunos engajados.
São bons exemplos as modalidades de judô, natação, ballet e futsal, que ajudam a desenvolver a coordenação motora, trabalha as habilidades socioemocionais como disciplina, persistência e trabalho em grupo, além de promover o bem-estar ao aluno com a atividade física.
Quando os esportes fazem parte da rotina escolar, a criança exerce todos esses aprendizados ao longo de sua vida adulta.
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