Crianças na cozinha – Experiências sensoriais e a hábitos saudáveis
Veja como a cozinha pode ajudar as crianças na promoção de experiências sensoriais, estímulo aos hábitos saudáveis e outros benefícios.
Embora a cozinha possa apresentar riscos para as crianças, tomando os devidos cuidados é possível aproximar os pequenos de uma alimentação mais saudável por meio das aulas de culinária.
Experimentar novos alimentos pode ser um grande desafio para muitas crianças. Quando ajudamos os pequenos a explorar novos sabores, proporcionamos experiências sensoriais que podem ajudar na construção do paladar e criar associações positivas com os alimentos.
Além disso, ao manusear os produtos, os pequenos também têm a oportunidade de trabalhar a coordenação motora fina.
A cozinha pode ser um ambiente de muitos ensinamentos. Até mesmo de matemática. Isso porque, conceitos como medição, fração, contagem e outros, podem ser realizados de forma natural na execução de receitas.
Lições de ciência podem ser trabalhadas com explicações sobre a mudança dos alimentos com a temperatura e ainda, na explicação de como alguns deles podem ajudar nosso corpo a ser mais saudável.
O ato de seguir uma receita ajuda a desenvolver habilidades de planejamento, já que é preciso calcular as quantidades de cada ingredientes, separá-los, colocá-los na ordem certa e seguir um processo para chegar até o resultado esperado.
Enquanto cozinham, as crianças podem expandir seu vocabulário, aprendendo palavras novas ao descrever sabores, aromas e texturas. Quando as aulas de culinária são coletivas, há ainda a oportunidade de socializar.
Benefícios da culinária para crianças
- Explora os sentidos;
- Ensina sobre alimentação saudável;
- Ajuda a desenvolver hábitos alimentares que serão levados para a vida toda;
- Trabalha a coordenação motora fina;
- Permite trabalhar conceitos matemáticos;
- Podem ser ensinadas lições de ciência;
- Ajuda a desenvolver as habilidades de planejamento;
- Enriquece o vocabulário;
- Estimula a socialização.
Cuidados e Dicas para cozinhar com as crianças
Antes dos três anos de idade, o ideal é que as crianças passem longe da cozinha. Afinal, o fogão, produtos de limpeza, eletrodomésticos, talheres e outros objetos podem representar um risco à segurança.
Porém, a partir dessa idade, os pequenos já podem começar a frequentar o ambiente com o acompanhamento dos pais.
Á princípio, é importante ficar longe do fogão. Somente a partir dos 10 anos de idade, quando a criança já consegue ter noção dos riscos, é que ela pode experimentar cozinhar alguns pratos simples. Para os menores, as tarefas devem ser sempre as mais simples como manusear massas, quebrar ovos e misturar ingredientes.
O mais importante é ir para cozinha com bastante tempo disponível. Principalmente, porque as crianças precisam de muita atenção. Além disso, sempre que possível, é recomendado deixar os utensílios e os ingredientes preparados. E, de preferência, utilizar objetos que não quebram, feitos em plástico ou inox.
Quando estiver com as crianças na cozinha, mantenha-as longe das facas, travessas de vidro, panela de pressão e outros itens que oferecem risco.
Outra dica muito importante é com relação as receitas. Evite frituras, já que o óleo pode respingar e provocar queimaduras. Prefira pratos simples e, de preferência, saudáveis. Com isso, as crianças também aprendem sobre a importância de manter bons hábitos alimentares.
Culinária na escola
As crianças podem ter aulas de culinária, inclusive, na escola. As aulas podem envolver a interpretação de receitas, contação de histórias e músicas relacionadas com o ato de cozinhar, manipulação de objetos e alimentos, e até mesmo participação no preparo de receitas.
Tomando os devidos cuidados, é possível aproveitar de todos os benefícios que citamos acima.
Aqui no Toque de Mãe as aulas de culinária fazem parte das nossas práticas pedagógicas. Sempre seguindo todos os protocolos de segurança para garantir o bem-estar de nosso alunos.
Confira no Instagram como foi a cooking class realizada com as crianças do berçário. Com o acompanhamento das professoras, elas produziram um delicioso carrot cake. A atividade foi realizada com o intuito de estimular a linguagem e habilidades de interação dos bebês, além de ampliar as experiências sensoriais e promover hábitos saudáveis de alimentação.
Acesse nosso site para conferir um pouco mais sobre nossa metodologia de trabalho e conhecer as aulas temáticas que são realizadas por aqui.
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Hábitos de higiene que toda criança deve ter
A higiene infantil é um assunto sério. Neste post nós falamos sobre aqueles hábitos que todas as crianças devem aprender desde cedo.
Os hábitos de higiene são tão importantes para a saúde quanto a alimentação saudável ou a prática de atividades físicas. Eles devem ser ensinados e incentivados desde cedo.
Um crescimento saudável depende dos cuidados que são tomados nas primeiras fases da vida. Além de evitar contaminações por doenças infecciosas, é nesta fase que se aprendem os hábitos que serão levados para a vida toda.
A higiene infantil é um assunto que precisa ser tratado tanto em casa quanto na escola. A seguir, falamos dos principais hábitos que devem ser trabalhados com os pequenos.
Hábitos de higiene que todas as crianças devem aprender
Lavar as mãos
Este é um dos hábitos de higiene mais importantes. Embora seja uma atitude simples, previne a propagação de vírus e bactérias.
Durante o dia, nossas mãos entram em contato com diferentes superfícies. O ideal é fazer a lavagem com água e sabão antes e depois das refeições, após ir ao banheiro, todas as vezes que chegar em casa, após a prática esportiva ou quando a criança compartilha objetos e brinquedos.
Alguns exemplos de problemas que são prevenidos com a higiene das mãos são a gripe, doenças intestinais, pneumonia, covid, dentre outros.
Tomar banho diariamente
Os banhos diários são fundamentais para a garantir a higiene do corpo. Eles eliminam a sujeira, bactérias que se acumulam sobre a pele e toxinas. Dessa forma, protegem contra doenças.
Embora muitas crianças não gostem de tomar banho, ele é essencial para uma rotina saudável e precisa se tornar um hábito.
Escovar os dentes
A higiene bucal serve para remover os resíduos de alimentos que ficam nos dentes após as refeições. Ela evita o surgimento de cáries e outros problemas dentários. Além de prevenir o mau hálito e até a contração de doenças infeciosas.
Os dentes devem ser escovados pelo menos três vezes ao dia. Preferencialmente, após as refeições e antes de ir dormir. O fio dental também precisa ser utilizado para garantir uma limpeza completa.
Limpar e cortar as unhas
O cuidado com as unhas não é simplesmente uma questão de estética. O espaço entre a pele e a unha pode armazenar sujeiras, bactérias e outros microrganismos que colocam a saúde em risco.
Portanto, esse processo é fundamental para proteger a saúde. O momento ideal para fazer a higiene das unhas é após o banho, quando elas estão molinhas. É importante sempre utilizar os instrumentos certos para cada idade.
Vestir roupas limpas
Os tecidos também podem armazenar sujeiras e microrganismos, pois ficam em contato direto com a pele. Portanto, é fundamental que as crianças aprendam a importância de vestir sempre roupas limpas, incluindo as meias e calçados.
Como estimular a higiene infantil?
Muitas crianças podem mostrar resistência aos hábitos diários de higiene. Por isso, algumas dicas podem ajudar a tornar o processo mais simples:
- Torne os momentos lúdicos – coloque uma música para tocar, conte uma pequena história, crie musiquinhas para cada momento e torne o hábito divertido para a criança;
- Seja paciente e didático – converse, explique como se utiliza cada coisa e evite ao máximo forçar ou repreender a criança. Isso evitará que ela encare como uma obrigação e aprenda com naturalidade;
- Escolha uma escola que estimule a higiene infantil – a escola também precisa estar atenta a tais hábitos. Ao incentivá-los de maneira coletiva, aumenta o engajamento das crianças. A escola é um exemplo dos bons comportamentos e faz uma enorme diferença nesse processo.
Aqui na Toque de Mãe, o assunto higiene infantil é levado a sério. Desenvolvemos uma série de estratégias pedagógicas para inserir os hábitos de forma natural no dia a dia dos alunos. Confira em nosso Instagram.
Acesse nosso site para conhecer um pouco mais sobre a escola e surpreenda-se com a qualidade do ensino desenvolvido por aqui!
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Benefícios da natação na infância
Conheça os benefícios da natação infantil e descubra como esse esporte pode contribuir para o desenvolvimento das crianças.
A natação é considerada um esporte completo, que trabalha o corpo de maneira integral e pode promover benefícios para a saúde física e mental.
Quando iniciada na infância, a natação pode contribuir para o desenvolvimento das habilidades motoras, da sociabilidade e da autoconfiança.
A seguir, falamos um pouco mais sobre os benefícios que esse esporte pode proporcionar para as crianças.
Quais os benefícios da natação infantil?
1 – Fortalece o sistema cardiorrespiratório
A natação é um exercício que envolve o controle da respiração. Dessa forma, a prática contribui para fortalecer o diafragma e aumentar a capacidade respiratória, aumentando a oxigenação em todo o organismo. Além disso, contribui para fortalecer a imunidade.
2 – Previne a obesidade infantil
A natação é um exercício completo que ajuda as crianças a se movimentarem, o que contribui para a manutenção do peso saudável.
Outra vantagem é que ela é uma atividade divertida e mais leve se comparada a outros exercícios como a corrida ou o futebol. Isso favorece, especialmente, crianças que já estão em estágio de obesidade, ajudando a combater o problema.
3 – Estimula o desenvolvimento psicomotor
Ao trabalhar as habilidades e aumentar a capacidade física das crianças, a natação contribui para aumentar o equilíbrio corporal, desenvolver a agilidade e a coordenação dos membros superiores e inferiores. Esses fatores ajudam a executar os movimentos de forma controlada e utilizar a força corporal de modo saudável.
Além disso, as crianças aprendem a ter noção de espaço, de tempo, ritmo e muito mais.
4 – Promove a socialização e aumenta a autoconfiança
Ao manter contato com outras crianças durante a prática da natação, ocorre um ganho significativo com relação a socialização. Principalmente, porque as crianças encaram a atividade como uma brincadeira, que pode ser lúdica e divertida.
Além disso, superar os medos e os desafios ajuda a construir autoconfiança, que é um sentimento muito importante para o desenvolvimento socioemocional dos pequenos.
5 – Alivia o estresse e melhora o sono
A combinação do exercício com a diversão pode ser muito significativa para reduzir quadros de estresse e ansiedade. Além disso, existe uma melhora na qualidade do sono, que é muito importante para que as crianças tenham uma rotina saudável.
6 – Previne acidentes
Nadar é uma habilidade muito importante que ajuda a reduzir riscos de acidentes como afogamentos em piscinas, praias ou rios.
Em qualquer condição, é fundamental que as crianças tenham sempre a supervisão de um adulto, mas caso ela tenha tal habilidade, a segurança é maior.
7 – Torna o processo de aprendizagem mais eficiente
Ao trabalhar todas essas capacidades físicas e mentais, a natação contribui para que o processo de aprendizagem das crianças seja mais eficiente em todas as outras disciplinas. Foi considerando isso que a Toque de Mãe inseriu em sua grade curricular a Natação Plus.
Com qual a idade as crianças podem iniciar na natação?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o recomendado é que as crianças iniciem a prática a partir dos 06 meses de vida.
As atividades realizadas e a abordagem são determinadas de acordo com a faixa etária, sendo divididas em quatro fases:
- Primeira fase – dos 06 meses aos 02 anos – é feita a adaptação da criança ao líquido de forma guiada para que ela sinta o ambiente, desenvolva os movimentos e com o tempo, aprenda a respirar embaixo d’água (Veja em nosso Instagram);
- Segunda fase – dos 03 aos 04 anos – a criança aprende a ir de um ponto a outro, fazendo movimentos de nado em linha reta;
- Terceira fase – dos 05 aos 06 anos – começam a ser trabalhados diferentes estilos com movimentação de braços e respiração lateral;
- Quarta fase – dos 07 aos 12 anos – aperfeiçoamento dos estilos como nado borboleta, de costas, e outros.
Todas as crianças podem praticar natação?
Sim. Somente em casos de quadros de bronquite, asma, otite, sinusite, faringite ou problemas de pele, é recomendado procurar por um médico antes de iniciar a prática.
Cuidados importantes
- A prática deve ser supervisionada por profissionais qualificados;
- A água da piscina deve passar pelos devidos tratamentos para que seja de boa qualidade;
- A criança deve usar touca e roupas adequadas;
- Após os exercícios, é preciso ter cuidados para secar totalmente o corpo e evitar resfriados com uso de agasalhos.
A Toque de Mãe trabalha com natação infantil e oferece um ambiente saudável, divertido e seguro para todos os seus alunos.
Acesse o site e conheça mais sobre a nossa escola.
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6 atividades que contribuem com o processo de alfabetização
Confira dicas de atividades simples e criativas para estimular as crianças que estão na fase de alfabetização.
Você sabia que os estímulos visuais e motores são muito importantes no processo de alfabetização? Além de todos os aspectos culturais da leitura e da escrita, o desenvolvimento dessas habilidades também depende de como estimulamos o cérebro.
Os estímulos conseguem levar a informação até o cérebro que se apropria da linguagem que está sendo ensinada, por meio da formação de novas conexões cerebrais. Eles podem ser feitos por meio de diversas atividades, inclusive as artísticas.
A prática de atividades artísticas em geral desenvolve a imaginação e a criatividade, além de promover estímulos para que o cérebro também aprenda outras habilidades.
Todas as modificações cerebrais adquiridas na infância fazem diferença não só no processo de alfabetização, mas durante a vida toda.
Mas, como é possível estimular as crianças desde cedo e contribuir com o processo de alfabetização? A seguir, trouxemos 6 atividades que podem ser desenvolvidas em casa ou na escola e que fornecem diferentes estímulos para essa fase.
1 – Utilize música
Pode ser por meio do ensino de um instrumento, apenas bater palmas marcando ritmo, cantando ou dançando. A música é considerada como uma das atividades que mais ativa redes neuronais no cérebro humano.
Estudos apontam que crianças que estudam música antes dos 7 anos de idade, têm maiores possibilidades de desenvolver os dois lados do cérebro e terem uma comunicação melhor.
Ao cantar a criança desenvolve a noção de ritmo e expande o vocabulário. Além disso, a música exercita a concentração, a criatividade e envolve habilidades visuais e motoras.
2 – Estimule a leitura com livros com e sem imagens
Incentivar a leitura é importantíssimo, mas o processo de imaginar e formar imagens mentalmente ocorre de maneira mais fácil quando a criança não vê as ilustrações do livro. Portanto, intercale as leituras com livros com e sem ilustrações, ou apenas narre a história sem mostrá-las.
3 – Promova atividades em família
Reserve um momento do dia para que todo mundo fique junto e desenvolva alguma atividade como cantar, dançar, desenhar, colorir, etc. As atividades que estimulam as crianças são simples e o que ajuda na formação das redes neurais é a repetição. Portanto, é importante que esses momentos façam parte da rotina.
4 – Jogos de formar palavras com sílabas
Aqui no Toque de Mãe, temos uma atividade que se chama Trabalhando a leitura de palavras, onde utilizamos dados com sílabas para ir formando palavras. Em casa, isso pode ser feito com sílabas desenhadas em folhas sulfites ou pedaços de cartolina, por exemplo.
5 – Modelando letras
Mais uma ideia criativa para facilitar a aprendizagem do alfabeto é desafiar as crianças a modelarem as letras utilizando massinha de modelar ou até mesmo massa de pão. Já fizemos essa experiência aqui na escola para fixação e aprendizado do alfabeto durante o letramento e a brincadeira foi um sucesso. Confira em nosso Instagram.
6 – Caixa ou lata de letras
Essa é uma brincadeira simples que pode ser realizada com frequência em casa ou na escola. Basta colocar dentro de uma caixa ou de uma lata, todas as letras do alfabeto e pedir que a criança sorteie uma delas e fale o nome de um animal ou objeto que comece com aquela letra. Isso ajuda a memorizar o alfabeto e a treinar o vocabulário.
Vamos aprender mais sobre o desenvolvimento infantil?
Acesse o site do Toque de Mãe para entender um pouco mais sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem e atividades que estimulam as crianças em todas as fases.
Aproveite para conhecer um pouco mais sobre nossa escola e tudo o que ela oferece para a formação do seu filho.
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O poder do elogio para as crianças: 15 ideias para elogiar seu filho
Entenda como os elogios podem estimular as crianças e veja exemplos para utilizá-los de forma adequada.
Elogiar as crianças é um hábito comum da grande maioria dos pais e por conta disso, é uma ação que acaba ocorrendo de modo natural. Mas, estar atento à forma de elogiar os pequenos é muito importante e pode contribuir para o seu desenvolvimento.
A cada novo passo dado, utilizar os elogios como forma de reconhecimento ajuda os pequenos a se sentirem valorizados, melhorando a sua autoestima e autoconfiança.
Porém, não adianta sair disparando essas palavrinhas positivas, é importante conhecer os momentos mais adequados para isso. Isso porque, nessa fase do desenvolvimento infantil, também está se formando a sua personalidade e tudo o que é dito pelos pais irá influenciá-la.
Mesmo que o elogio aparente ser uma coisa boa, não se deve elogiar as crianças por qualquer motivo. É preciso ter em mente quais são os momentos mais adequados, ou melhor, as oportunidades de realmente promover um incentivo.
Qual o momento adequado para fazer elogios?
O ato de elogiar deve estar sempre relacionado com atitudes e comportamentos da criança.
Mas, é muito importante saber que os pequenos entendem elogios como características fixas, ou seja, se você disser que ele ou ela é muito inteligente ou muito talentoso por ter ido bem em uma avaliação, ele irá associar a ideia de ter ido bem com o fato de ser inteligente. Porém, nas próximas vezes, caso não consiga ir bem, se sentirá burro e incapaz.
Esse tipo de situação pode provocar problemas futuros, já que quando as crianças começam a ganhar maturidade, tornam-se muito mais frágeis emocionalmente e ficam mais suscetíveis às frustrações. Isso acaba atrapalhando a forma como enxerga suas conquistas ou trabalha pelos seus objetivos pessoais.
Os elogios devem ser empregados quando as crianças realizam algo, como se fosse uma recompensa pelos seus esforços, para que elas sintam que eles foram valorizados. O elogio precisa ser específico, ou seja, ela precisa entender o porquê está sendo elogiada.
Quando a criança está se esforçando para aprender uma nova habilidade, o elogio torna-se algo muito construtivo, já que ela começa a entender a importância de persistir para atingir os seus objetivos e sente prazer com suas realizações.
Durante a educação infantil, isso passa a ser uma chave para estimular o processo de aprendizagem.
Outro ponto importante é saber o momento certo de elogiar. A criança não pode ser interrompida quando ela está concentrada nas suas tarefas, pois isso dispersa o foco e pode reduzir a motivação para continuar a atividade.
Além disso, é necessário passar sempre verdade, pois por menores que sejam eles conseguem perceber quando uma fala não é genuína.
15 elogios adequados para fazer ao seu filho
- Eu notei que você se esforçou muito;
- Você está cada dia melhor nesta nova rotina;
- Você me deixa orgulhosa com essa atitude;
- Tenho certeza que os professores ficarão orgulhosos, você trabalhou duro!
- Você é um ótimo exemplo para todos a sua volta;
- Você me inspira todos os dias;
- Você sempre me surpreende;
- Você é tão criativo;
- Você é uma pessoa única, não existe ninguém como você;
- Sua persistência é admirável, continue assim;
- Você traz muitas alegrias para nossa família;
- Eu amo você do jeitinho que você é;
- Você deveria se orgulhar, isso foi incrível;
- Estou orgulhosa em saber que você é tão gentil;
- Você é muito especial.
Você costuma elogiar os seus filhos?
Aqui no Toque de Mãe, buscamos sempre valorizar os esforços dos alunos atendidos, a fim de estimular o seu desenvolvimento e aprendizagem.Conheça mais sobre a nossa escola acessando o site.
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Diferentes formas de aprender: Como as atividades lúdicas estimulam o aprendizado
Veja como o ensino lúdico ajuda a estimular a aprendizagem e engajar os alunos, melhorando seu desempenho escolar.
Brincar também é uma forma de aprender. As atividades lúdicas transportam as crianças para essa sensação da brincadeira, de forma que o aprendizado dos conteúdos propostos aconteça de forma leve e descontraída.
O termo “lúdico” é bastante abrangente, mas de modo geral, ele dialoga com os conceitos de jogos, brincadeiras e interatividade.
Ainda que muitos educadores prefiram seguir uma prática educativa mais “séria”, propor atividades lúdicas é não somente um modo de diversificar a forma de ensinar, mas principalmente, uma estratégia para despertar o interesse dos estudantes.
Atualmente, um dos maiores desafios da escola é justamente esse, manter os jovens interessados nas metodologias, a fim de reduzir o abandono escolar. Nesse sentido, é preciso utilizar abordagens que sejam interessantes para eles e a utilização do lúdico é muito recomendada.
Qual a importância do ensino lúdico?
Atividades lúdicas captam a atenção dos estudantes, estimulam um maior engajamento com a matéria proposta e ainda ajudam a desenvolver a criatividade, a imaginação e a socialização.
A seguir, citamos alguns dos benefícios dessa prática na escola:
- Estimula as habilidades psicomotoras;
- Ajuda a desenvolver a criatividade;
- Melhora as capacidades cognitivas;
- Desenvolve a expressão corporal;
- Melhora a noção de tempo e espaço;
- Desenvolve a capacidade de linguagem;
- Ajuda as crianças a desenvolver maior controle emocional;
- Contribui para desenvolver o raciocínio lógico;
- Incentiva a cooperação e o trabalho em equipe;
- Aumenta a capacidade de absorção dos conhecimentos propostos em praticamente todas as disciplinas do ensino regular.
As atividades lúdicas devem ser utilizadas como complemento do aprendizado comum, ou seja, elas não excluem o ensino regular feito em sala de aula.
Durante a infância, esse modelo de ensino é primordial para que as crianças se integrem ao ambiente escolar e aprendam a conviver de forma saudável com os colegas.
Já para os adolescentes, as atividades lúdicas promovem o engajamento e despertam o interesse, cativando os alunos e melhorando o desempenho escolar.
Como o ensino lúdico funciona na prática?
Brincadeiras, jogos, gincanas e outras atividades criativas podem ser mescladas ao conteúdo visto em sala de aula. Essas são alternativas que engajam os estudantes e estimulam o aprendizado, fazendo que eles consigam assimilar melhor o assunto trabalhado.
Dessa forma, o aprendizado passa a ocorrer de uma forma dinâmica.
Ensino lúdico não é apenas deixar os estudantes livres para brincar. Ele é sempre pautado em um conteúdo e utiliza metodologias para estimular a criatividade, a imaginação, o pensamento crítico, e exercitar essas características.
Para entender a cadeia alimentar, que faz parte do conhecimento científico que os estudantes obtêm na escola, aqui no Colégio UNICUS promovemos uma atividade lúdica para fixar bem esse conteúdo com os alunos do 3ºB, que usaram as suas habilidades artísticas para representar esse processo na natureza.
Outro exemplo aplicado aqui na escola são as aulas de robótica, onde buscamos aproximar os estudantes da tecnologia e da ciência.
Assim, fazendo com que eles estejam por dentro das inovações existentes, conhecendo como elas podem ser aplicadas na resolução de problemas. Nas aulas são utilizados tablets, o nosso Robô Will, placas controladoras e plataformas digitais.
O mais legal das atividades lúdicas é que além de ajudar na aprendizagem dos conteúdos da disciplina, elas podem associar a aprendizagem de outras habilidades, inclusive artísticas.
Foi isso que aconteceu, por exemplo, na aula de ciências, onde a professora utilizou de músicas e paródias para facilitar a fixação do conteúdo.
O resultado você confere nesse vídeo, todos cantando e aprendendo juntos!
Viu como é simples propor o ensino lúdico?
Conheça um pouco mais das atividades desenvolvidas pela UNICUS acessando o nosso site.
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Introdução alimentar: Dicas para papais de primeira viagem
Veja dicas para lidar com possíveis engasgos, alergias e para fazer uma introdução alimentar saudável.
Até os seis meses de vida, o leite materno é o alimento que a criança precisa para ter um bom desenvolvimento. Mas, a partir dessa idade, os especialistas indicam que comece a fase de introdução alimentar, para complementar o cardápio.
Tradicionalmente, o indicado é que sejam oferecidas às crianças papinhas e frutas amassadas, porém, métodos mais recentes como o BLW (em inglês Baby-ledWeaning), fazem a introdução de alimentos sólidos in natura, crus ou cozidos.
Independentemente do método escolhido pelos pais, essa é uma fase que precisa de muita atenção e cuidado. Além disso, não apenas porque é um período cheio de novidades, mas também pelos riscos que os alimentos podem gerar como engasgos e alergias, por exemplo.
Para papais e mamães de primeira viagem, situações como essas podem gerar grande tensão e foi pensando nisso que preparamos algumas dicas que podem ajudar a tornar o processo mais fácil.
Dicas para papais e mamães que estão vivenciando a introdução alimentar
- Primeiramente, não confunda engasgo com reflexo de GAG. Um engasgo é uma situação onde a criança tem a garganta fechada parcialmente ou totalmente e nesses casos, o que ele precisa é que seja feito um deslocamento do alimento que ficou preso.
O reflexo de GAG é um mecanismo de defesa do corpo, que faz com que o alimento volte para a boca. Em ambos os casos, é importante manter a calma e passar segurança para a criança;
- Busque oferecer os alimentos novos sempre de forma separada, isso ajuda a perceber se a criança tem algum tipo de reação que configure uma possível alergia.
Assim como, sinais como urticárias, dificuldade respiratórias, edema de glote (inchaço da garganta) indicam a necessidade de consulta com o pediatra e o alergista;
- É comum que as crianças não aceitem alguns alimentos no início, afinal tudo é novidade. O ideal é nunca forçar, mas não deixar de oferecer novamente o mesmo tipo de alimento em outros momentos.
Sobretudo, alguns bebês se adaptam facilmente, enquanto outros levam mais tempo, aprenda a respeitar o ritmo do seu filho;
- Quanto mais variada e colorida for a alimentação melhor, os hábitos aprendidos agora farão muita diferença no futuro, tanto para uma infância, quanto para uma vida adulta mais saudável;
- Lembre-se que a introdução alimentar não substitui o leite materno, a OMS, o Ministério da Saúde e especialistas, recomendam a amamentação até os dois anos de idade ou mais;
- Seja um exemplo. Lembre-se que as crianças costumam imitar o que os pais fazem e se alimentar de uma forma saudável é essencial para que elas se inspirem e o processo de Educação Alimentar aconteça de forma mais fluida.
Como a escola pode contribuir para a Educação alimentar?
A educação alimentar é um tema bastante desafiador, mas que precisa ser tratado tanto em casa quanto na escola, de forma a garantir a formação de hábitos saudáveis, equilibrados e a criação de um vínculo real entre as crianças e os alimentos.
Sob o mesmo ponto de vista, não basta ensinar que determinados alimentos são mais saudáveis que outros. Assim, é preciso oferecer às crianças uma vivência, para que elas aprendam sobre os alimentos, tenham contato com eles, descubram como eles são produzidos e como são preparados.
Além disso, esse processo ajuda nessa criação de vínculo e desperta o interesse dos pequenos por uma alimentação mais saudável.
Aqui no Toque de Mãe, todas as crianças têm suas necessidades individuais atendidas pelo nosso cardápio preparado por profissionais de nutrição.Assista ao vídeo que postamos no Instagram da escola e confira um pouquinho de como funciona a educação alimentar por aqui.
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Desfralde em casa e na escola: Qual a importância dos pais e professores nessa fase?
Entenda a importância dos pais e dos professores para tornar o processo de desfralde mais simples e confortável para as crianças.
Assim como falar e andar, a fase do desfralde é um passo importante a favor da independência das crianças. É um processo que exige maturidade e preparo físico e que pode ser bem desafiador.
A mudança da fralda para o uso do redutor de assento, envolve uma mudança comportamental, podendo mexer com questões emocionais.
Cada criança pode vivenciar isso de maneiras diferentes e em momentos diferentes. É por isso que, é muito importante que exista um bom diálogo entre os pais e a escola, para que todas as partes se dediquem e contribuam para tornar essa fase mais tranquila.
Independentemente se o seu filho tem o desfralde mais cedo ou mais tarde, ambos os casos necessitam de atenção especial, tanto dos pais quanto dos professores.
Como saber a hora certa do desfralde?
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, o desfralde pode ocorrer a partir dos dois anos e meio de idade, podendo se postergar até quatro anos.
É nessa faixa etária que a criança consegue começar a comandar os esfíncteres (estruturas que controlam a abertura e o fechamento da uretra e do ânus).
A média de tempo em que elas levam para fazer a transição pode variar bastante, indo de 1 semana até meses, tudo depende das condições individuais e do quanto a criança se sente segura e tranquila.
É importante lembrar, que ela está começando a entender e a trabalhar com as suas necessidades fisiológicas, dando a elas uma atenção que não necessitava antes, e isso exige tempo e paciência.
Quando a criança está pronta para o desfralde, ela começa a apresentar sinais, como:
- Se esconde para fazer xixi ou cocô;
- Fica várias horas sem fazer nenhum dos dois, pois se sente incomodada em ficar com a fralda molhada;
- Ela já tem habilidades para ficar sentada na mesma posição por mais de cinco minutos;
- Começa a fazer brincadeiras com o vaso sanitário;
- Sempre comunica quando vai fazer xixi ou cocô;

O papel da escola
A dedicação dos pais e dos professores faz muita diferença no processo. O papel da escola é muito importante para ajudar a trabalhar com os fatores emocional e comportamental.
Um exemplo simples é que a escola ofereça sanitários com diferentes tamanhos, adaptados para crianças de todas as idades, de forma que os menores também passem a ver isso como algo natural.
Quando estão na sala de aula, é importante que sejam evitadas as comparações e que prevaleça o incentivo para que uns possam ajudar os outros no processo.
Os professores também podem aumentar o número de idas ao banheiro por dia, e ainda, definir junto com os pais períodos para tirar a fralda da criança para que ela use o vaso sanitário, sempre solicitando para que também façam em casa.
Além disso, podem ser feitas brincadeiras, leituras de histórias e outras atividades que estimulem e ajudem os pequenos nessa fase.
Dicas para tornar o processo mais simples
- Mantenha-se paciente e respeite o tempo da criança;
- Aproveite o tempo em casa para se dedicar a transição, finais de semana, feriados ou até mesmo períodos de férias podem fazer muita diferença;
- Busque estabelecer uma rotina;
- Nada de broncas! É normal que a criança não consiga algumas vezes. Nesses momentos, prefira incentivá-la dizendo que na próxima ela conseguirá;
- Comemore junto com ela quando ela conseguir;
- Faça primeiro o desfralde diurno e depois passe para o noturno;
- Mantenha a criança o mais confortável possível, roupas difíceis de tirar vão tornar o desafio mais difícil;
- Evite acumular mudanças no período de transição como trocar de casa, por exemplo. As crianças são emocionalmente sensíveis e precisam de uma mudança de cada vez.
Aqui na escola Toque de Mãe, damos atenção especial a cada criança e mantemos diálogo constante com os pais para que cada novo passo seja vivenciado de forma segura, tranquila e acolhedora.
Visite nosso site e conheça mais sobre nossa missão.

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A chupeta pode ser a vilã e interferir no desenvolvimento da fala do seu filho
Entenda como o uso da chupeta interfere no desenvolvimento da fala e confira dicas para reduzir o uso.
A chupeta é um item milagroso quando falamos em acalmar as crianças, mas seu uso em excesso pode acabar comprometendo o desenvolvimento da fala.
A fala começa a se desenvolver entre os três e quatro meses de vida, com a fase que chamamos de lalação, onde a criança emite sons aleatórios. Depois, vem o balbucio, que ocorre entre os sete e oito meses, onde ocorre a emissão das primeiras sílabas. E por fim, entre o primeiro e o quinto ano de vida, são formadas as primeiras palavras e o vocabulário evolui cada vez mais.
Para que esse desenvolvimento ocorra de forma natural e saudável, é importante ter muito cuidado com fatores que possam comprometê-lo, como é o caso do uso excessivo da chupeta.
O que ocorre com a fala da criança que usa chupeta?
Quando a criança está usando a chupeta, o movimento de sucção realizado promove a flacidez dos músculos da boca e da face, o que, ao longo do tempo, causa alterações na posição da língua, que pode acabar ficando mais para frente ou mais para baixo.
Essa alteração pode dificultar a realização dos movimentos específicos de produção dos fonemas, prejudicando a fala.
De acordo com a fonoaudióloga especialista em Motricidade Orofacial Viviane Veroni Degan, em entrevista concedida ao site Terra, a criança que passa muito tempo com a chupeta na boca também pode deixar de treinar movimentos que são essenciais na reprodução dos sons, sendo que os danos podem não ser revertidos de maneira espontânea, ou seja, exigindo tratamentos.
Além da alteração da fala, o quadro pode ainda alterar as arcadas dentárias, incluindo o desenvolvimento de dentes e ossos, prejudicar a respiração, a mastigação e a deglutição.
E se você está se perguntando sobre a mamadeira, os efeitos não são diferentes. O uso excessivo pode causar os mesmos problemas.
Qual o tempo adequado de uso da chupeta?
Quando a família opta pela oferta da chupeta, é importante tomar cuidado com o tempo de uso. Quanto maior for esse tempo, maiores são as chances de alterações no desenvolvimento da fala.
O uso pode ser feito com critérios até os quatro meses de idade, em casos de crianças que mantêm o movimento de sucção mesmo após estarem alimentadas, pois quando não utilizam a chupeta, elas acabam fazendo a sucção dos dedos, que é ainda mais prejudicial.
Porém, mesmo nesses casos, depois dos quatro meses de vida, o uso deve ser cada vez mais reduzido.

Qual a saída para evitar o uso da chupeta?
A recomendação é buscar manter a amamentação natural pelo maior tempo possível.
Além dos benefícios já conhecidos do leite materno para o desenvolvimento infantil, a amamentação no peito contribui para que a criança não mantenha a sucção depois de estar alimentada, simplesmente porque ela faz um esforço maior para mamar e isso inibe a necessidade de sucção.
Outra dica importante, é evitar que o uso da chupeta se torne um hábito. Se sempre que a criança apresentar desconforto, você oferecer a chupeta, isso se tornará um hábito muito difícil de mudar.
As crianças precisam de estímulos adequados para um desenvolvimento pleno e saudável. Por vezes, esses esforços podem parecer difíceis, mas eles evitam muitos problemas e contribuem para que a comunicação da criança seja desenvolvida com todo o seu potencial.
E se você se preocupa com o desenvolvimento dos seus filhos, conheça a Toque de Mãe. Somos uma escola focada em berçário e pré-escola, atendemos em tempo integral e oferecemos ensino bilíngue, além de uma série de atividades extracurriculares. Acesse o site e saiba mais.
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Como estimular o aprendizado bilíngue desde cedo?
Entenda a importância de estimular o aprendizado da segunda língua desde os primeiros meses e confira dicas que vão ajudar no processo.
É crescente o número de pais que tem buscado pelo ensino bilíngue para os seus filhos. Motivados pela expansão da diversidade cultural, fatores econômicos, pelo fato de os pais pertencerem a diferentes nacionalidades ou pensando no futuro profissional dos pequenos.
Embora muitas pessoas questionem o ensino de uma segunda língua desde os primeiros meses de vida, a verdade é que as crianças tem muito mais facilidade para aprender uma nova língua nesta fase.
A criança começa a aprender desde o seu nascimento. A descoberta da linguagem e as primeiras palavras são passos muito importantes do seu desenvolvimento. A comunicação vai além do falar e do ouvir, é como ela percebe o mundo e passa a interagir com ele.
A partir dos seis meses de idade, já é possível inserir uma segunda língua no vocabulário. Mas, por que nesta fase? E como os pais podem fazer isso? Continue a leitura!
Qual a idade adequada para iniciar o ensino bilíngue?
Dos 6 meses aos 5 anos de idade, as crianças estão formando os chamados circuitos de linguagem. Os neurônios começam a fazer novas conexões e quando uma nova língua é apresentada para a criança nesta fase, o aprendizado ocorre de uma forma muito mais fácil.
O nosso cérebro é potencialmente multilíngue e possui uma predisposição natural para assimilar os sons de outros idiomas.
Ao ouvir alguém falando em outra língua, a criança já é capaz de absorvê-la, da mesma forma que ela faz com a língua mãe, no nosso caso, o português.
Quando as crianças são acostumadas ao ouvir sons de outro idioma, isso facilita muito seu aprendizado no futuro, e quanto mais cedo ocorrer o aprendizado, maior será a fluência.
Se o ambiente familiar for bilíngue, geralmente, a criança é estimulada desde o seu nascimento e existem estudos que apontam que isso é positivo, considerando que os bebês são sensíveis a linguagem mesmo quando ainda estão dentro da barriga.
Além disso, há pesquisas que comparam a atividade cerebral de crianças monolíngue e bilíngue e que apontam que nas bilíngues, as regiões do cérebro relacionadas com a linguagem se sobrepõem. Quando o aprendizado de uma segunda língua ocorre na vida adulta, o processo é diferente, pois são ativadas diferentes áreas cerebrais.
Nos casos onde os pais não falam mais de um idioma, as escolas bilíngues são uma solução.

Como os pais podem estimular o bilinguismo em casa?
É possível estimular os filhos desde cedo, a partir da exposição a conteúdos na segunda língua. Veja as dicas a seguir:
- Livros, revistas, filmes, músicas, brincadeiras, e jogos didáticos podem ajudar muito no desenvolvimento da linguagem e aprendizado do segundo idioma;
- Os pais podem criar situações para expor os pequenos à língua, como ler uma história, assistir a um filme, fazer uma viagem, etc.;
- É importante que as atividades em casa sejam feitas de forma natural e tranquila, que sejam estimulantes e incentivadoras, sem produzir cobranças e causar ansiedade;
- Matricular a criança em escolas e colégios que possuam o ensino de um segundo idioma desde cedo é uma alternativa que ofertará maior segurança para a expressão da língua, além de proporcionar que a criança compartilhe os aprendizados com outros alunos, se sentido acolhida e melhorando a prática.
A Toque de Mãe é uma escola focada em berçário e pré-escola, então as crianças chegam bebês e ficam conosco até por volta dos 5 anos. Trabalhamos com o ensino bilíngue, a partir de uma série de atividades interativas. Visite nosso site e conheça mais sobre nossa escola.
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