Explorando as emoções na primeira infância
Entenda a importância de ajudar as crianças a nomear e compreender suas emoções desde cedo.
A saúde emocional é um tema cada vez mais frequente e que necessita atenção desde a infância.
Ensinar as crianças a lidarem com as emoções, contribui para a criação e manutenção de laços afetivos mais saudáveis e para o desenvolvimento do autoconhecimento.
A educação emocional considera o desenvolvimento da inteligência emocional desde a infância, estimulando as crianças a fazerem o gerenciamento saudável das emoções.
Mas, afinal, o que é a inteligência emocional e como ela deve ser trabalhada com as crianças?
O que é inteligência emocional?
O termo Inteligência Emocional foi cunhado pelo psicólogo e jornalista Daniel Goleman, em seu livro publicado em 1986. Para ele, a inteligência emocional é definida como a capacidade de identificar o sentimento de outras pessoas e de si próprio.
Ele sugere, que essa capacidade impacta nos relacionamentos de uma pessoa durante toda a vida adulta, principalmente na vida profissional. Dessa forma, quando as pessoas entram em sintonia com suas emoções com inteligência, podem transformar as organizações de dentro para fora, causando uma diferença positiva no mundo.
Considerando esse conceito, desenvolver a inteligência emocional na infância é fundamental para saber gerenciar as emoções na vida adulta.
Educação Emocional na Educação Infantil
Muitas escolas ao redor do mundo estão integrando a educação emocional ao currículo escolar.
Além de refletir na vida adulta, principalmente no âmbito profissional e nos relacionamentos, a criança que desenvolve a inteligência emocional adquire habilidades como resiliência, empatia, autonomia e autoestima.
Outro benefício é que a criança aprende a lidar melhor com as diferenças e frustrações.
Na vida escolar, tudo isso reflete em vantagens para o processo de aprendizagem. Crianças com amadurecimento emocional apresentam melhores habilidades cognitivas como foco e concentração.
Como desenvolver a inteligência emocional na educação infantil?
1 – Nomear as emoções
Desde a primeira infância, o diálogo é um ponto-chave para o desenvolvimento emocional. Por meio da observação, os pais podem ajudar a criança a identificar o que sente, a fim de direcioná-la para atitudes mais positivas.
Uma pessoa adulta possui a capacidade de reconhecer o que está sentindo, enquanto para a criança tudo é novidade. Nomear os sentimentos como raiva, amor, felicidade, ansiedade, medo e outros, é fundamental para que a criança conheça e aprenda a identificar seus sentimentos e emoções.
A escola também pode contribuir nesse processo. A primeira infância é uma excelente fase para ajudar as crianças a nomear emoções como: a alegria, a tristeza, a raiva, o medo e a calma. A literatura utilizada nas atividades da turma do Infantil 1 do Toque de Mãe, explora essa habilidade.
Nesse trecho que compartilhamos no Instagram, o sentimento trabalhado foi a raiva. Na atividade a professora validou essa percepção e ensinou sobre a necessidade de usar a respiração para ajudar o nosso corpo a se acalmar. Através da bolinha de sabão, orientou a respirar e enviar para longe esse sentimento, antes de agir ou responder algo.
2 – Estímulo a prática esportiva e de atividades artísticas
Os esportes são muito interessantes para que a criança desenvolva disciplina, aprenda a aceitar regras, desafios e lidar com as frustrações. Afinal, em um jogo nem sempre ela vai ganhar e terá que lidar com suas emoções.
Já as atividades artísticas como música, teatro, desenho e pintura, estimulam e desenvolvem a criatividade para expressar os sentimentos.
3 – Lidando com as frustrações
É comum que muitos pais tenham dificuldade em ajudar os filhos a lidarem com o sentimento de frustração. Mas, isso é extremamente necessário para um desenvolvimento emocional saudável.
Até onde é necessário colocar limites nas ações de nossos filhos? Até onde estou sendo permissivo enquanto responsável? Quando a “frustração” é também uma ferramenta usada para educar?
Nós já falamos sobre isso em nosso artigo sobre valorizar os erros no processo de aprendizagem. Sugerimos que faça a leitura.
Além disso, as frustrações e outras questões pertinentes à inteligência emocional na educação infantil são tema do novo episódio do nosso Podcast. Desta vez convidamos os psicólogos Afro Stefanini e a Larissa Borba, para juntos debatermos as nuances desse tópico. Já está disponível no YouTube e você pode acessar clicando aqui.
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Como os pais podem estimular o letramento da criança em casa
Confira dicas para apoiar o letramento com atividades simples de serem executadas em casa.
A alfabetização é um processo muito importante para o desenvolvimento da criança. A participação da família no processo faz toda a diferença. Os pais podem contribuir de maneira significativa para que a criança vivencie essa fase de forma plena.
A leitura faz parte da vida de todos nós. Está presente no dia a dia de todas as pessoas. Quando o estímulo começa em casa, a criança terá maior facilidade para aprender e encarar o processo de aprendizagem com naturalidade.
Se você é pai ou mãe e tem dúvidas de como contribuir na alfabetização do seu filho, as dicas a seguir vão ajudar.
Dicas para apoiar a alfabetização em casa
Leia para as crianças
A leitura de histórias e livros deve começar cedo. Isso ajuda a desenvolver o hábito da leitura, que é essencial para o desenvolvimento pleno das crianças e, principalmente, para que elas sintam prazer em ler.
Escolha sempre conteúdos adequados para cada idade e tenha um momento diário dedicado à leitura.
Converse com seu filho
Manter um diálogo frequente com a criança também é importante para o desenvolvimento da linguagem. Pergunte como foi o dia do seu filho e busque sempre estimular a conversa.
Ao fazer isso, a criança começa a se expressar pelas palavras, o que as expõe ao mundo das letras e contribui para que a alfabetização aconteça naturalmente.
Deixe a criança contar suas histórias
Outra maneira muito simples de contribuir com a alfabetização é incentivar a criança a também contar histórias. Com isso, ela usa a criatividade e a imaginação para formar frases e criar enredos.
Quando ela estiver aprendendo a escrever, peça que a criança escreva as histórias que ela contou.
Ensine os nomes das letras e seus sons
O ensino formal das letras é feito na escola, mas os pais também podem apoiar esse aprendizado em casa. Para isso podem ser utilizados objetos, brinquedos, livros e o que mais estiver disponível.
O interessante é que isso seja feito de forma leve e divertida, para que a criança sinta prazer em aprender.
Tome a leitura
Peça para que a criança leia para você. Mas, lembre-se que ela está em processo de aprendizagem e quando houver erros, isso deve ser apontado de forma gentil e acolhedora.
Você também pode alternar, fazendo a leitura de alguns trechos.
Existem estudos que apontam que a leitura oral quando repetida torna as crianças melhores leitores, mesmo quando essa atividade é realizada em casa.
Incentive a escrita
É importante ter claro que o processo de alfabetização compreende a leitura e a escrita. Ter livros e revistas sempre disponíveis em casa, é muito importante para despertar e manter o hábito da leitura. Mas, a escrita também merece atenção.
Estimule a escrita de bilhetes, cartas, a contação de histórias, criação de cartões, etc.
Estimule a consciência fonêmica
As crianças podem levar algum tempo para entender que as palavras têm sons formados por sílabas diferentes.
Para aprender a ler, é necessário ouvir os sons e compreender que ele é dividido em partes e que depois se juntam para formar as palavras. Isso é o que chamamos de consciência fonêmica.
Uma forma de trabalhar em casa é brincar com jogos de linguagem. Por exemplo, diga uma palavra e recite-a sílaba por sílaba.
A alfabetização na escola
O apoio das famílias contribui para que a alfabetização na escola ocorra de forma mais fluida.
O processo de letramento é como uma construção diária, aos poucos vamos associando vogais e consoantes, e formando as palavras e expressões.
Aqui no Toque de Mãe, buscamos realizar atividades diversificadas que levam a este objetivo de forma leve e divertida. Neste exemplo que compartilhamos no Instagram da escola, os alunos da pré-escola deram mais um passo importante, exercitando a escrita da “letra D”, aprendendo o movimento, o som e realizando a junção dos encontros silábicos.
Para conferir um pouco mais do trabalho realizado na escola, siga nosso perfil.
Leia também o nosso artigo sobre como estimular o conhecimento matemático na infância.
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Como estimular o desenvolvimento do vocabulário das crianças?
Confira 7 sugestões de atividades que podem ser usadas para estimular o aprendizado de novas palavras.
O desenvolvimento do vocabulário infantil proporciona às crianças a possibilidade de se comunicar melhor com os outros.
Antes de aprender a ler, os pequenos precisam ter uma boa compreensão das palavras e seus significados, suas diferenças e semelhanças, além de desenvolver as habilidades de linguagem.
Quanto mais amplo for o vocabulário, mais preparadas as crianças estarão para a alfabetização.
Para isso, é importante que a escola e a família encontrem formas de estimular o vocabulário com atividades simples que contribuam para conhecer novas palavras.
7 formas de estimular o vocabulário infantil
1 – Ensine e reforce o alfabeto
O alfabeto é a base do desenvolvimento da linguagem. É muito importante que as crianças tenham esse estímulo fora da escola.
Cantar canções com o alfabeto é uma boa estratégia para manter a criança ocupada, seja em casa, em viagens de carro, filas, salas de espera e afins.
Outra dica é brincar com o alfabeto durante os passeios e eventos em família. Como, por exemplo, nomeando os itens de acordo com as letras que eles começam, em ordem alfabética.
2 – Brinque com os sinônimos
Os sinônimos são palavras diferentes com o mesmo significado. Eles ajudam a criança a conhecer muitas palavras novas.
Para isso, é importante que os pais sejam modelos para os filhos, apresentando novos sinônimos sempre que for possível.
3 – Visite uma biblioteca
Existem estudos que mostram que existe uma forte correlação entre as bibliotecas e as habilidades de alfabetização infantil.
O ambiente da biblioteca, com muitos livros e referências literárias faz com que as crianças se sintam confortáveis para ler.
Além disso, nas bibliotecas infantis também costumam ser oferecidas atividades divertidas para as crianças pequenas, que aumentam ainda mais essa sensação de conforto e promovem a socialização.
4 – Etiquete itens
Uma forma legal de fazer com que as crianças aprendam novas palavras é ajudando-as a reconhecerem os nomes dos objetos com o uso de etiquetas.
Você pode rotular itens em geral existentes em casa, como brinquedos, livros, cadeiras, mesa, etc.
5 – Brincadeiras com rimas
Rimar é divertido e ajuda as crianças a entenderem como palavras diferentes podem se relacionar umas com as outras.
Você pode brincar com as rimas cantando, inventando versos ou simplesmente perguntando qual palavra rima com determinada palavra.
6 – Contação de histórias
As histórias são outra excelente ferramenta para ampliar o vocabulário infantil. Por meio delas, as crianças conhecem novos mundos, personagens e aprendem novas palavras.
É indicado ter um momento diário de leitura com a criança. Você pode criar as próprias histórias ou fazer a leitura em voz alta.
7 – Música
As músicas também representam uma excelente alternativa para o aprendizado de novas palavras. Por isso, é muito importante que a criança seja estimulada.
As músicas podem acompanhar momentos de diversão, podem estar presentes nas viagens e passeios de carro e em outros momentos do dia a dia.
*stimulando o vocabulário na escola
A escola pode ir muito além da alfabetização, desenvolvendo atividades que tornem a aquisição de vocabulário mais divertida para os pequenos.
Como uma forma de ampliar o vocabulário, os alunos do Toque de Mãe realizaram uma atividade artística onde eles tinham a missão de pintar um desenho do próprio corpo.
Para isso, cada um escolheu sua cor preferida, gerando identificação, e em seguida exploram o vocabulário de cada uma das partes.
Este é apenas um exemplo de como é simples e divertido trabalhar o vocabulário. Para conhecer mais sobre as atividades desenvolvidas em nossa escola, acesse o site e nos acompanhe nas redes sociais.
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Autonomia e independência, o porquê estimular esses aspectos desde a infância!
Resiliência, autoconfiança e pensamento crítico são alguns dos benefícios de estimular a autonomia desde cedo.
Autonomia e independência são capacidades que devem ser estimuladas desde cedo, pois são importantes para o desenvolvimento das crianças.
O termo autonomia foi criado na Grécia e tem como significado a capacidade de se governar pelos próprios meios. Ou seja, de fazer escolhas, tomar decisões e viver de forma autônoma.
Um indivíduo autônomo é aquele que consegue pensar e agir de maneira independente. Mas, a autonomia é mais do que a capacidade de tomar decisões e representa também o desenvolvimento de uma consciência moral e ética, onde cada um consegue perceber suas escolhas e como elas afetam os demais.
A seguir, falamos com detalhes sobre alguns dos benefícios que o estímulo à autonomia na infância pode promover.
Benefícios de estimular a autonomia na infância
Autoestima e autoconfiança
Quando a criança consegue reconhecer suas habilidades e percebe que é capaz de desenvolvê-las, isso faz com que sua autoconfiança cresça, o que é bastante positivo para que ela explore aptidões, descubra seus potenciais e desenvolva a autoestima.
Resiliência
Entendemos por resiliência, a capacidade de transformar situações adversas de nossas vidas em aprendizagem e crescimento. Para as crianças, esta habilidade ajuda a minimizar o sofrimento gerado pelas possíveis adversidades do dia a dia e superar as dificuldades e desafios.
Pensamento crítico
O pensamento crítico envolve a capacidade de observar, analisar e buscar por referências e argumentos antes de chegar a um juízo de valor diante de alguma situação. Ao desenvolver o senso crítico, a criança passará a se tornar mais observadora, menos impulsiva e aprenderá a tomar decisões que sejam mais justas.
Boa comunicação
Quando se tem autoconfiança, automaticamente existe uma melhora na capacidade de se comunicar e a comunicação é de suma importância para a construção de relações saudáveis, além de ser uma habilidade valorizada no mercado de trabalho.
Portanto, a partir da comunicação eficiente, ganha-se também um melhor convívio social, capacidade de solucionar conflitos e a construção de relações afetivas saudáveis, pautadas pelo diálogo e firmadas no respeito.
Criatividade
Ao ter autonomia e liberdade para observar o mundo, a criança também tem espaço para desenvolver múltiplas habilidades e inteligências. Isso contribui para manter o entusiasmo por coisas novas, o que conduz a uma vida de criatividade.
Coordenação motora
Além das capacidades e habilidades mentais, é importante falar sobre a coordenação motora. Ao iniciar a realização de atividades de modo independente, a criança também trabalhará outras habilidades importantes, como o domínio de reflexos, o controle muscular, equilíbrio, dentre outras.
Como os pais podem ajudar a estimular a autonomia?
Os pais podem contribuir para a criação de um ambiente familiar que estimule a independência e a autonomia. E claro que, é muito importante manter os limites e compreender o senso de responsabilidade.
Para criar um ambiente favorável ao desenvolvimento da autonomia infantil, é necessário:
- Ter sempre claras as justificativas das regras da casa;
- Sempre justificar as expectativas com relação ao comportamento da criança;
- O controle e o julgamento devem ser substituídos por diálogo;
- É importante sempre oferecer oportunidade para que a criança escolha;
- Novas habilidades são novos desafios, elas precisam ser praticadas;
- É preciso dar a oportunidade de a criança resolver problemas sozinha;
- Os erros devem ser encarados como aprendizado.
É importante entender que as atividades devem respeitar sempre a faixa etária da criança. De 2 a 3 anos elas podem começar a comer sozinhas, organizar os brinquedos e sentar-se à mesa para comer.
Dos 3 aos 4 anos, podem ir ao banheiro sozinhas (com supervisão), arrumar a própria mochila e organizar objetos.
Entre 4 e 5 anos, já podem iniciar a troca de roupas, tomar banho, fazer refeições, etc. A partir dos 5 podem arrumar a cama, lavar louça, ajudar no preparo de alimentos, regar as plantas, separar o lixo, alimentar os pets, dentre outras atividades.
Aqui na Toque de Mãe valorizamos práticas que ajudam no desenvolvimento da autonomia dos nossos pequenos. Um exemplo é a atividade de Halloween, onde puderam participar da decoração da escola.
Acesse o site e conheça nossa metodologia e como trabalhamos capacidades que realmente fazem a diferença no desenvolvimento das crianças.
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Como a educação bilíngue pode impulsionar as habilidades cognitivas, a criatividade e a resolução de problemas
Veja como a educação bilíngue contribui para potencializar as habilidades cognitivas e melhorar o desempenho escolar dos alunos.
Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre a relação do ensino bilíngue com o desenvolvimento escolar. Alguns pais chegam a ficar preocupados com a possibilidade do ensino da segunda língua prejudicar o desempenho da criança.
Mas, a realidade é bem diferente disso. O ensino bilíngue pode potencializar o desenvolvimento da criança e fortalecer habilidades cognitivas como a concentração, a criatividade, a memória e a consciência metalinguística.
Existem vários estudos realizados para analisar a interação entre a linguística e a neuropsicologia, a fim de verificar a influência do bilinguismo no processamento dos componentes cognitivos.
Esse assunto vem recebendo grande atenção da comunidade científica, principalmente, porque mais da metade da população do planeta utiliza pelo menos duas línguas para interagir na sociedade. Com isso, é de fundamental importância conhecer como elas se organizam no cérebro e quais alterações geram na dinâmica cerebral.
O que dizem as pesquisas?
A relação entre o bilinguismo e processamento das funções cerebrais passou a ser uma preocupação dos cientistas a partir de meados dos anos 90, quando ocorreu um incremento nos estudos neuropsicolínguisticos com neuroimagem.
Além de averiguar a relação entre o manejo das funções executivas, essas pesquisas visavam compreender a forma de armazenamento e evocação da linguagem no bilinguismo.
Como resultado, vários estudos chegaram ao resultado de que o processamento de funções executivas é diferente ao longo das faixas etárias, existindo uma vantagem dos bilíngues em relação aos monolíngues.
O fato de ocorrer uma disputa constante entre duas línguas no cérebro bilíngue, fazendo com que ele tenha que bloquear uma para ativar a outra dentro de determinados contexto, solicita uma maior demanda dos recursos de memória de trabalho criando uma vantagem no processamento de funções executivas como a atenção seletiva e a flexibilidade cognitiva.
Para as crianças, o aprendizado da segunda língua contribui para fortalecer habilidades cognitivas em geral, melhorando a capacidade de concentração, memorização de informações, despertando a criatividade e a consciência metalinguística.
Vantagens do ensino bilíngue
A grande vantagem do ensino bilíngue é que as crianças desenvolvem a capacidade de comunicação em um segundo idioma, contribuindo para o seu futuro pessoal e profissional.
Mas, também são atingidas outras importantes vantagens como:
– Melhora da concentração, memória e raciocínio: ao absorver os conteúdos de outro idioma e se comunicar também na língua materna, há maior demanda das habilidades cognitivas e, consequentemente, um melhor desenvolvimento delas;
– Formação mais completa: a criança que aprende outros idiomas também aprende a enxergar o mundo de forma plural, onde ela pode se comunicar com todos e se tornar um cidadão global;
– Acesso a novas culturas: o ensino bilíngue traz consigo a internacionalização, que permite que os alunos entrem em contato com fontes de outros países, ampliando o acesso a novas culturas.
Vale ressaltar que a flexibilidade mental e o conhecimento de novas culturas são fatores relevantes para estimular competências socioemocionais.
A partir de que idade as crianças podem aprender um segundo idioma?
O aprendizado bilíngue ocorre de forma mais natural na infância. Por isso, o ensino pode ser iniciado já na educação infantil, desde que utilize materiais e conteúdos adaptados para a idade.
É possível, inclusive, que a criança receba a alfabetização simultânea, que ocorre quando duas línguas são exploradas ao mesmo tempo. Nesse caso, o domínio da fala e da escrita são desenvolvidos conjuntamente para os dois idiomas.
Acesse o site do Toque de Mãe e conheça mais sobre a educação bilíngue.
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Os benefícios da aprendizagem de um instrumento musical
Veja quais são os benefícios da aprendizagem de instrumentos musicais e como aproveitamos isso no Toque de Mãe.
Você sabia que a música estimula áreas importantes do cérebro? É por isso que quando introduzida desde a infância contribui com o desenvolvimento cognitivo.
Não é de hoje que se fala que a música faz bem ao corpo e a mente. Esta é, na verdade, uma afirmação muito antiga.
A musicalização promove diversos efeitos benéficos, começando pelo desenvolvimento da capacidade cognitiva, redução do estresse, melhora da coordenação motora, estímulo à memória, a comunicação e a socialização.
Por meio da música as crianças brincam, se divertem e aprendem. Estudos apontam que se esse estímulo musical é feito antes dos cinco anos de idade, a criança desenvolve melhor a área frontal do cérebro, responsável pelo raciocínio lógico e abstrato.
De acordo com Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil (RCNEI), a música é entendida como uma linguagem que transmite sensações e sentimentos por meio do som e do silêncio. Ela está presente em todas as culturas e é considerada, desde a Grécia Antiga, essencial na formação dos cidadãos, da mesma forma que a matemática e a filosofia.
Benefícios da música na infância
Concentração
A música tem o poder de sensibilizar os pequenos fazendo com que se envolvam na melodia. Isso exige concentração e foco no que está sendo ouvido. Com isso, as crianças potencializam sua capacidade de concentração.
Além disso, quando a musicalização envolve o aprendizado de instrumentos musicais, é ainda mais benéfica para melhorar a concentração.
Coordenação motora
Além de ativar várias partes do cérebro, tocar um instrumento age diretamente no desenvolvimento da coordenação motora.
O cérebro precisa interpretar as partituras e transformá-las no movimento dos dedos ou de respiração (canto). Ao longo da prática, a coordenação motora vai sendo apurada e refinada cada vez mais.
Raciocínio e memória
O desenvolvimento do raciocínio e da memória é muito importante para a vida escolar das crianças e a música tem a capacidade de desenvolver a percepção espacial e de ativar a memória.
Um dos principais ganhos é uma maior facilidade para aprender matemática.
Expressão corporal
Quando o assunto é a expressão corporal, podemos dizer que a música oferece estímulos inigualáveis. Ela tem a capacidade de ativar a sensibilidade e a razão, integrar o corpo e mente e aumentar a consciência corporal. Com isso, a criança desenvolve a capacidade de expressar os seus sentimentos com mais facilidade.
Com isso, a criança que aprende música pode perder mais facilmente a timidez e melhorar comportamentos, como a disciplina.
Redução do estresse, ansiedade e depressão
É cada vez mais comum que esses problemas afetem as crianças. A música ativa neurotransmissores responsáveis pela liberação de hormônios do bem-estar, como dopamina e serotonina, combatendo os sintomas.
Desempenho escolar
As crianças que estão na fase escolar são muito beneficiadas com a aprendizagem musical. Ao cantarem ou tocarem instrumentos, elas estão exercitando o cérebro para compreender os significados e os sons produzidos.
Isso estimula a linguagem, melhora a dicção e contribui de várias formas para melhorar o processo de aprendizagem e o desempenho escolar.
Musicalização na Escola
Para o toque de Mãe, a música é vista como recurso de enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem e por isso, faz parte da formação integral dos nossos alunos.
A música proporciona uma vivência lúdica para as crianças, que podem aprender a teoria musical por meio de exercícios divertidos e variados, com a oportunidade de ter contato com instrumentos musicais e despertar a paixão pela arte através da música.
Por aqui, buscamos estimular essa vivência de muitas formas. Um exemplo é a exposição de instrumentos musicais recicláveis feitos pelas turmas do Pré-Infantil.
As crianças tiveram contato com o instrumento violão em sala na roda musical e aprenderam sobre diversos outros. Em casa, as famílias tiveram como missão produzir instrumentos junto com os pequenos a partir do uso de materiais recicláveis, como frascos de produtos vazios, latas de leite, caixas de papelão, etc. O resultado desse trabalho foi exposto na área verde da escola para contemplação da comunidade escolar.
Por meio da nossa metodologia bilíngue conseguimos potencializar ainda mais os efeitos da musicalização na aprendizagem.
Acesse nosso site e fique por dentro de tudo o que é desenvolvido aqui no Toque de Mãe.
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O papel da família na educação das crianças: Como colaborar com a escola?
Entenda a importância da participação das famílias para o desenvolvimento integral das crianças e um melhor desempenho escolar.
Se você é pai, mãe ou responsável por uma criança, deve estar ciente de que o acompanhamento escolar é fundamental para garantir o pleno desenvolvimento do aluno.
A parceria entre a escola e a família é de fundamental importância para o desempenho escolar.
Enquanto o papel da escola é de proporcionar a formação acadêmica, intelectual e cognitiva e desenvolver as competências e habilidades para atuar na sociedade, o da família é de oferecer a base para o desenvolvimento humano, transmitindo valores e princípios, e fornecendo acolhimento, apoio e orientação.
Porém, na atualidade, com a rotina cada vez mais agitada das famílias, a educação dos filhos tem recebido menos atenção do que deveria, o que faz com que toda a responsabilidade acabe ficando para a escola.
A importância do trabalho conjunto entre família e escola
A família e a escola são as principais referências de uma criança e constituem a base da sua formação acadêmica e humana. É por isso que ambas devem trabalhar de forma conjunta, se apoiando mutuamente para suprir todas as necessidades educacionais dos indivíduos.
Sem esse suporte da família, a escola não consegue fornecer as crianças e adolescentes o suporte afetivo e emocional que elas necessitam para um desenvolvimento pleno.
O trabalho desenvolvido em casa e na escola se complementam. A escola promove experiências que não ocorrem no contexto familiar, ampliando as possibilidades da criança de conhecer coisas novas, descobrir e desenvolver habilidades.
Quando os pais se interessam pela vida escolar dos filhos e participam de forma ativa do processo, a aprendizagem ocorre de maneira fluida, pois os alunos se sentem apoiados e seguros.
Além disso, o bom relacionamento entre a família e a escola é uma oportunidade pra aprimorar cada vez mais o trabalho desenvolvido pela instituição de ensino. Principalmente, por meio dos feedbacks, sugestões, orientações e experiências relatadas pelos pais.
Para a escola, essa comunicação facilitada também é muito positiva, já que permite comunicar aos pais e responsáveis sobre o desenvolvimento de cada aluno, melhorando seu desempenho e resultados.
Como participar da vida escolar dos filhos?
Participar da vida escolar das crianças é mais simples do que parece. Pequenas atitudes inseridas no cotidiano vão ao poucos tornando essa participação um hábito e aproximando cada vez mais as famílias da escola.
A seguir, veja algumas dicas de atitudes para começar a construir essa proximidade com a escola:
– Pergunte a criança todos os dias como foi o dia na escola;
– Verifique se a criança possui dever de casa e ajude-o na execução das tarefas;
– Mostre que você está a disposição para ajudar a resolver qualquer tipo de problema envolvendo a vida escolar;
– Estimule a criança a estudar;
– Demonstre a importância da vida escolar;
– Corrija quando for necessário, mas não esqueça de elogiar o esforço e desempenho da criança ao realizar as atividades propostas pela escola;
– Ensine bons hábitos em casa e o ambiente escolar;
– Participe das atividades, reuniões e eventos que a escola realiza.
Essa integração entre a família e a escola é muito significativa para identificar o que precisa ser melhorado na educação de cada aluno, otimizando as práticas educacionais utilizadas para atender às necessidades individuais de cada aluno.
Portanto, não deixe de comunicar a equipe pedagógica da escola sempre que você tiver uma ideia, sugestão ou reclamação sobre a escola.
O estímulo familiar ajuda a construir relacionamentos mais saudáveis e uma educação de maior qualidade.
Aqui no Toque de Mãe, buscamos constantemente estreitar a relação com as famílias e isso tem proporcionado resultados muito positivos no desempenho das crianças, principalmente, com relação a saúde socioemocional dos pequenos.
Acesse nosso site e fique por dentro da nossa metodologia de ensino, experiências e boas práticas que colaboram para o fornecimento de uma educação de referência no Brasil.
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Lançamento: Podcast Toque & Unicus
Saiba tudo sobre o mais novo lançamento das escolas Toque & Unicus, um Podcast recheado de conhecimentos e experiências educacionais.
Buscando ampliar o diálogo entre a escola, profissionais e famílias, neste início de ano preparamos uma novidade muito especial, o lançamento do Podcast das escolas Toque & Unicus.
Um Podcast é um conteúdo em áudio, disponibilizado em uma plataforma de streaming, onde você pode acessar e ouvir a qualquer momento do dia. Ele pode ser acessado pelo computador e também pelos smartphones.
O formato foi escolhido por ser fácil e prático de ser consumido. Você pode assisti-lo no YouTube ou até mesmo dar o play no Spotify, a plataforma é você quem escolhe.
Além disso, pode ouvir no carro, enquanto realiza outras tarefas em casa, durante a corrida ou caminhada, enfim, é um conteúdo que se encaixa em qualquer momento do seu dia.
O que você encontra em nosso Podcast?
Nós sempre buscamos compartilhar nossos conhecimentos e experiências por meio das plataformas digitais, como uma forma de conectar a comunidade escolar e levar nossa referência em educação cada vez mais longe.
Essa estratégia é mais uma forma de levar todo o nosso conhecimento, adquirido em anos de prática pedagógica, de uma maneira fácil e dinâmica, para mais pessoas.
O podcast foi criado para compartilharmos conteúdos do universo educacional. No primeiro episódio, disponível em nossas plataformas, compartilhamos uma conversa muito interessante com a nossa nutricionista, onde ela trouxe informações relevantes sobre nutrição infantil, tirou dúvidas comuns e falou sobre a importância do tema.
Já no segundo episódio, também disponível em nossas plataformas, abordamos a saúde emocional nas escolas, um tema extremamente importante na atualidade, onde os casos de ansiedade e depressão são cada vez mais comuns entre crianças e jovens.
Como você pode perceber, os temas selecionados para cada episódio são de suma importância tanto para a escola quanto para a família.
Nos próximos episódios, falaremos sobre: novas formas de aprendizagem, alimentação infantil, bilinguismo, fases da infância e muitos outros assuntos que traduzem os principais anseios da nossa comunidade escolar.
Por que consumir nosso Podcast?
Primeiramente, porque ele apresenta conteúdos extremamente relevantes de uma forma simples e prática. São muitos anos de estudo, leitura e vivência resumidos em episódios que você pode consumir de uma forma rápida.
Os conhecimentos compartilhados podem tirar suas dúvidas, complementar conhecimentos e contribuir para um melhor desenvolvimento educacional, seja para você profissional da área de educação ou pai/mãe que busca por melhorias e aprimoramentos.
Qual o objetivo do Podcast?
Entendemos que é muito importante que as ferramentas modernas disponíveis sejam utilizadas a favor do aprendizado. Essa é uma proposta alinhada com os objetivos das nossas escolas, que oferecem uma experiência educacional que abraça a tecnologia, realidade das novas gerações.
Com isso, conseguimos proporcionar momentos de troca e interação mais eficientes para todas as partes envolvidas no processo educacional. Não deixamos nossos conhecimentos dentro dos limites da escola.
Por meio do digital, conseguimos ultrapassar esses limites, atingir nossa comunidade escolar e ir ainda mais além, levando nosso conhecimento e experiência cada vez mais longe para pessoas de todo o Brasil e do mundo.
Superando os métodos tradicionais, que na maioria das vezes oferecem apresentações longas, leituras maçantes e textos impressos, reunimos informações relevantes em formato de diálogo, apresentando as informações de forma simples, leve e fácil de compreender.
Queremos aumentar a participação das famílias no processo de ensino-aprendizagem, fazendo com que se engajem e participem de forma ativa.
Nosso objetivo é contribuir para uma educação cada vez melhor, onde todos os atores entendam e desempenham seus papéis com entusiasmo e força de vontade.
Para ouvir os episódios já disponíveis, basta acessar o Spotify ou o nosso canal no Youtube.
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Dicas para os pais ajudarem seus filhos no aprendizado de língua inglesa
Quando os pais e a escola compartilham a responsabilidade de estimular o aprendizado bilíngue, a fluência chega mais cedo e de forma mais efetiva.
Aprender a segunda língua desde cedo aumenta significativamente a chance da criança se tornar bilíngue. Porém, para um desenvolvimento pleno, é fundamental que exista a contribuição tanto dos pais quanto da escola.
Os adultos responsáveis pela criança devem ter claro que o aprendizado para se tornar efetivo, deve ultrapassar os limites da escola.
Quando o bebê inicia o desenvolvimento da fala, ele já começa a ser estimulado por tudo o que ocorre no seu entorno. Dessa forma, ao se envolver com um novo idioma desde cedo, o aprendizado ocorre de maneira mais fácil e natural.
Mas, como os pais podem contribuir nesse processo? Quais práticas e estratégias podem ser adotadas em casa? A seguir, nós damos algumas dicas que vão ajudar nessa missão.
Por que é tão importante a participação dos pais no aprendizado do segundo idioma?
Atualmente, muitas escolas já incluem o inglês na grade curricular. Além disso, existem várias instituições que oferecem o ensino bilíngue, como o Toque de Mãe. Nesses locais, o aluno tem a oportunidade de aprender as regras gramaticais e vários outros aspectos da língua.
Porém, é importante que os pais construam uma rotina que contribua para o aprendizado dos pequenos. Assim como é comum que os responsáveis pela criança verifiquem o caderno e ajudem nas atividades de português e matemática, também é necessário que isso ocorra com o inglês.
Quando essa responsabilidade é compartilhada entre professores, pais e estudantes, o processo de aprendizagem acontece de maneira mais fluida.
É por isso que, é tão importante que os pais estimulem em casa o treino e o estudo do segundo idioma. Isso ajuda a criança a fixar os conhecimentos e mostra a importância do hábito.
Como contribuir com o aprendizado de inglês dos filhos?
Para muitos pais esse pode ser um grande desafio, principalmente, quando não se tem um bom domínio do idioma. Mas, o estímulo diário ao aprendizado pode ser mais simples do que você imagina. Veja as dicas a seguir.
1 – Comece cedo
A maioria dos especialistas indicam o início do aprendizado da segunda língua quando a criança ainda é um bebê. De acordo com eles, a primeira janela de oportunidade ocorre até os 3 anos de vida. Há ainda uma segunda janela entre os 3 e 8 anos de idade.
Pesquisas mostram que se o aprendizado é iniciado antes dos 10 anos, é mais provável que a criança consiga atingir a fluência. Ao contrário das pessoas que iniciam após os 18 anos, pois nesse caso é mais difícil.
Portanto, quanto mais cedo a criança for estimulada, melhor.
2 – Insira no cotidiano algumas expressões na segunda língua
Mesmo que os pais não sejam fluentes, é importante que insiram expressões na segunda língua no seu vocabulário cotidiano. Principalmente, quando dialoga com a criança.
O uso de algumas expressões soltas já é interessante. Exemplos são “Hello”, Good bye”, “Good morning” e outras.
3 – Utilize músicas
A música é um recurso muito interessante para o aprendizado do segundo idioma. Os pais podem utilizar isso a favor criando momentos lúdicos onde os pequenos podem ouvir, cantar e dançar diferentes canções.
Uma dica é oferecer músicas que tem versões nas duas línguas, o que ajuda a criança a assimilar a tradução. Como por exemplo, a canção infantil “Cabeça, ombro, joelho e pé” que possui versões em português e inglês.
4 – Use a tecnología a favor
O contato com os dispositivos eletrônicos é uma maneira interessante de estimular a criança, principalmente com recursos que utilizam a segunda língua como jogos e desenhos animados.
Aos poucos, a criança conseguirá avançar para a compreensão de textos mais complexos.
5 – Escolha de uma escola bilíngue
A escola bilíngue associada aos estímulos propostos pelos pais, possibilita um aprendizado completo do segundo idioma, fazendo com que a criança atinja a fluência com mais rapidez.
O Toque de Mãe trabalha com ensino bilíngue desde a educação infantil. Acesse o site e conheça nosso trabalho.
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Como a educação voltada para a paz é implementada na Escola Toque de Mãe?
Entenda o que é a Cultura de Paz, sua importância na formação educacional e como o Toque de Mãe promove uma educação pautada na paz e na solidariedade.
A educação para a paz é uma abordagem de ensino-aprendizagem focada em mudanças de comportamento, com o objetivo de permitir aos indivíduos o desenvolvimento de competências, atitudes e valores para a prevenção de conflitos e da violência e a promoção da paz em todas as esferas.
Nossa sociedade enfrenta há muito tempo o distanciamento de valores como a ética, o respeito, o diálogo e a colaboração. Com isso, a violência faz parte do dia a dia nas ruas e até mesmo dentro das instituições de ensino. Seja por meio do desrespeito com os professores e colegas, do bullying e outros problemas.
A necessidade de pensar uma cultura de paz é cada vez mais evidente. Uma boa estrutura familiar é um fator extremamente relevante para isso e as escolas também desempenham um papel fundamental.
Cultura de Paz nas escolas
A escola tem um impacto muito significativo na formação dos cidadãos. Dessa forma, ela precisa ser um espaço que fomente a ética, o respeito, a tolerância, a solidariedade e outros valores e princípios que determinam o tipo de sociedade que queremos construir.
A partir dessa compreensão da sociedade que a escola deseja formar, ela estrutura as suas estratégias de transformação pautadas na educação para a paz.
De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), uma Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida, no fim da violência e na promoção e prática da não-violência, por meio da educação, do diálogo e da cooperação.
Para isso, é preciso pensar uma educação livre da competitividade e do individualismo, que dissemine a unidade, a fraternidade e a solidariedade. A escola é um espaço que permite a construção de diversos saberes, é ensino-aprendizagem, mas também é afeto, diálogo, respeito e colaboração.
Ou seja, transcende-se a função de “ensinar conteúdos”, implementando no dia a dia escolar a atenção aos relacionamentos humanos, seja aluno com aluno, aluno com professor, professores com professores, etc.
Uma convivência harmoniosa e pacífica entre todos promove um ambiente tranquilo, onde existe bem-estar, solidariedade, respeito e espaço para se construir tudo aquilo que colabora para uma sociedade melhor.
Investir e acreditar na educação para a paz faz a escola ter um grande diferencial em termos humanos e sociais.
Educação para a paz no Toque de Mãe
Entendemos que a educação para a paz nas escolas é fundamental para a construção de uma sociedade pautada em valores éticos e morais.
A conscientização da comunidade educativa é o primeiro passo para combater as mais diversas formas de violência e promover a cultura de paz.
Visto isso, o Toque de Mãe trabalha no aprimoramento contínuo do processo de ensino-aprendizagem para levar a educação para a paz de maneira efetiva para a sala de aula.
Como uma escola filiada à rede PEA-Unesco, sempre assumimos o compromisso de promover uma educação de qualidade comprometida com os princípios e as formas de agir e pensar.
Pensamos para além dos conteúdos da grade curricular, promovendo um ensino globalizado, trabalhando a saúde socioemocional, a prática esportiva, valores e contextos populares, inserimos a sustentabilidade no dia a dia das crianças e ainda estimulamos o envolvimento com a comunidade em ações de solidariedade.
Para conhecer mais sobre o trabalho realizado no Toque de Mãe, acesse nosso site.
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